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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

INFORMAÇÃO...!Cross Contamination!

Resultado de imagem para água potável                                         Resultado de imagem para balde com agua                    Viva,

Com o fim de semana à porta, e segundo se anuncia deverá ser chuvoso, vou também dedicar esta publicação à água...como sendo veículo de propagação de inúmeras infecções e doenças alimentares. 

Once upon a time...num dia de temperatura amena, derramou-se umas gotas de água potável no chão da cozinha  e  na bancada de trabalho, repleta de alimentos crus e cozinhados...tudo ao molho! As pequenas gotas de água, ficaram deliciadas com tanto "alimento", resolvendo assim festejar o acontecimento. Dançaram todo o tempo, enquanto a dona da casa não limpou a bancada. Passaram umas horas, e qual é o espanto da dona da casa quando verificou que na superfície onde se encontravam os alimentos crus e cozinhados meio aninhados na pequena poça de água, estavam também uns insectos "quasi morten" a boiar...Com todos os afazeres que tinha agendado, deixou para último aquele, que deveria ser o primeiro! E porquê? 

  Segundo as regras estabelecidas pelos entendidos e estudiosos destes assuntos, quando água é derramada numa superfície, é imperioso removê-la porque alcançando alimentos ou espalhando-se na superfície pode ser um veículo de contaminação alimentar entre os diferentes alimentos ou recipientes. Quimicamente, uma molécula de água é composta por 2 átomos de hidrogénio e um de oxigénio, onde as forças de ligação são fracas, designando-se por isso por pontes de hidrogénio. Ora, se as ligações são fracas, pressupõe que o tripleto H,O,H se desfaz facilmente. Sendo assim, torna-se apetecível para os inúmeros microorganismos que possam estar depositados tanto nos alimentos crus como nos cozinhados, podendo ocorrer uma contaminação cruzada entre eles. Internacionalmente, ou no meio ligado a estes assuntos, designa-se por cross contamination! 

Tal como esta regra básica se aplica aos alimentos e às superfícies onde estão depositados, também é extensível ao chão da cozinha...isto é, não é conveniente perdurar água derramada junto de alimentos crus ou cozinhados, uma vez que não sabemos a carga microbiana que eles contêm ou que podem vir originar. 

E...contaminados que chegue já estamos todos nós..quanto mais não seja com poluição ambiental!
Gi Dinis

  

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

I & D de Produtos Alimentares...Uma maçã por dia...nem sabe o bem que lhe faria!

Maçã Caramel

Viva, 

Dedico a página de hoje a um dos produtos da roda dos alimentos que deve ser 40% da nossa ingestão diária - a fruta! Pode ser para muitos, um complemento de refeição, para outros um produto assimilado de quando em vez, e ainda visto por  muitos como um ingrediente de adição a sobremesas. Para mim, a fruta é por vezes a parte integral ou principal de uma refeição, mesmo não a considerando ligeira. E digo isto, porque faço muitas vezes refeições à  base de frutas misturadas, em sumo ou laminadas. Seguramente, a maçã é uma delas.

E, porque gosto de variar e criar pratos novos...nunca estou satisfeita com o que faço!:-)...considero-me uma insatisfeita positiva!, não derramo lágrimas de lamentação e fico quieta á espera que me resolvam os problemas...isso é ser-se insatisfeita negativa!

 Mas, voltando às maçãs...no caso particular desta receita sensorialmente, de todos os pontos de vista tão agradável, é fácil de preparar, rápida de de decorar  e infinitamente deliciosa. Acredito que qualquer um de nós consegue obter uma imagem como esta. Assim, para o conseguir, basta assar no forno uma maçã lavada e faz-se uma calda  de açúcar na proporção de 2:1 ou seja, 20 Gr de água para 10 Gr de açúcar. A esta operação designamos por ponto BRIXº. É importante, no sentido em que controlamos exactamente a quantidade de açúcar que adicionamos,  depois de lhe retirarmos o pedúnculo. Quando a maçã estiver bem dourada, mas não castanha, retira-se do forno e  forra-se toda a superfície da peça de fruta com o caramelo formado. Este deve ficar em ponto caramelo muito fraco, ou seja deve ficar sempre líquido. Aromatiza-se a calda com um pau de canela e coloca-se onde a vamos servir. Com uns ovos moles sempre à mão, decoramos como mais gostarmos. É de realçar que devido á cozedura prolongada da maçã, a mesma deve ficar com uma validade de consumo, ou uma durabilidade de 5 a 6 dias. Se o propósito for o consumo após este período, deve-se submeter o alimento á refrigeração, sob pena de nos surpreendermos, ainda nesse período com o aparecimento de bolores, embora saibamos que o produto foi cozido e revestido com um conservante natural- o açúcar! Só que a proporção, ou o ponto BRIXº,  não é suficiente, para evitar o aparecimento de microorganismos, simplesmente porque a calda não é forte, logo a % de água ligada ás partículas na solução é pequena, ficando a % de água livre excessiva. Apesar de quimicamente sabermos que "semelhante dissolve semelhante", esta regra não invalida, nem torna isento de putrefacção  o produto obtido.  De notar, que os ovos moles só devem ser adicionados no momento do consumo.

E, pronto termino a rubrica desta semana de I & D da melhor forma, sugerindo esta simples sobremesa como um ponto de partida...que se pode estender a outras frutas!..Caramelizem-se,
Gi Dinis 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

SERVIÇOS (Workshops e Eventos)... !A subtileza e a leveza...em cima da mesa!



Viva,

Porque hoje (ainda!) é dia de Serviços (eventos & workshops), proponho que assistam ao visionamento dos vídeos que seleccionei. Não são de minha autoria, nem neles participei. Mas garanto-vos....servem-me de inspiração, não para reproduzir o seu conteúdo, mas para poder apreciar o 100 número de vulnerabilidades que um produto alimentar pode suportar!

Inspire-se...
Gi Dinis

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

INFORMAÇÃO...Comfort Food / Fast Food / Slow Food

     

  

Resultado de imagem para slow food wikipedia
Slow Food
Fast Food

Viva,
              
Comfort Food
Qual das imagens gosta mais?...é uma boa dica para  desatar a escrever sobre os três tipos de alimentação que actualmente enchem o estômago de qualquer pessoa...Um é definido como sendo "devagar, devagarinho"...o outro é comedido, atraente, charmoso...e o último vai e vem num ápice!...Têm uma característica em comum, é que todos alimentam o estômago de qualquer faminto. E, muitas diferenças...qualidade e quantidade, reflectindo-se estas 2 últimas no bem estar do organismo, e também nos gastos monetários. Não vale a pena estar aqui a tentar influenciar alguém a consumir este ou aquele modelo,  porque provavelmente todos temos "um fraquinho" por cada um deles, não é verdade?.."Ah, não tive tempo de almoçar e COMI uma fatia de pizza"..."Eu, hoje almocei que nem um abade!"..."Tive um almoço de trabalho, e fiquei impressionada com a comida, era  muito saborosa, bem servida e posso dizer que fiquei muito confortável!"... 

A ideia é sempre a mesma...comer, ingerir, saciar a fome para podermos continuar vivos. A questão que se levanta é precisamente a qualidade, a quantidade e o modo como o fazemos. Não sou expert na matéria, mas consigo, de algum modo equilibrar o peso corporal, isto é manter-me dentro dos padrões referenciados para a minha faixa etária,  respeitantes á razão peso/altura do meu organismo...mas, também consumo os modelos que aqui referencio...

Só gostaria de aqui referir as diferenças entre cada um deles, e o sentido de cada uma das expressões que se atribuíram aos modelos. Começando pelo - Comfort Food -, dá-nos a sensação de ser uma comida equilibrada, confeccionada com produtos biológicos de preferência, e amiga do nosso trato digestivo. Economicamente é tentador!

 O modelo designado como - Slow Food - parece á primeira vista semelhante ao primeiro mas tem algumas diferenças. Este modelo, baseia-se na passividade de todo o processo, isto é, o seu modo de confecção é lento, os produtos utilizados na sua confecção são todos sem excepção, de origem biológica, pelo que a sua digestão se torna mais lenta, mas não morosa no sentido de nos sentirmos enfartados, sendo esta sensação de saciedade durável por mais tempo. Sensorialmente, salivamos só pelo seu aroma! Economicamente, consideremos um pouco arrasador!

 O último modelo - Fast Food - o ícone da sociedade moderna ocidental, sustentada pela forma mais fácil, mais barata e mais rápida de digerir uma "refeição". Criteriosamente, este modelo é aquele que menos nos satisfaz..porque, há uma interligação entre o tempo de preparação dos alimentos, que é rápido, e o tempo de digestão dos mesmos, que é curto. É o chamado record food! :-)).  Isto quer dizer, que se consumirmos fast food, a saciedade do nosso organismo é mais leve, demora menos tempo. O mais incrível deste modo de alimentação é que é adoptado pelas sociedades mais evoluídas do mundo e é  o mais complexo em termos de elaboração..quero dizer que neste processo vigoram os registos de  todos os procedimentos ou etapas da produção de um alimento. A célebre frase encetada pela industria alimentar " The farm to the folk", ilustra bem, teoricamente :-), que todo o processo é monitorizado e devidamente documentado...até aí, estamos de acordo! Agora resta sabermos qual é a origem  das matérias primas utilizadas...pois!...aqui há, ou pode haver muita discussão! Eu quero acreditar que a maioria das indústrias respeitam as normas em vigor nesta área, e que os procedimentos praticados nas unidades industriais  estão de acordo com os padrões internacionais estipulados...mas, por vezes vêm a público notícias menos abonatórias para o sector, sendo combatido logo de imediato com campanhas de marketing junto do consumidor...Estas campanhas só têm razão de existir porque o feed-back encontrado pelas mesmas industrias é positivo, penso eu!...Por outro lado, parece que está provado que este tipo de comida é mais nefasto para a saúde do que os modelos mais tradicionais,...dizendo os entendidos em investigação humana que as más práticas alimentares se reflectem geneticamente na 2ª geração!..economicamente é compensador!

Por analogia, deixo aqui um repto...façamos o que acharmos melhor para o nosso organismo, sem descurar que nem sempre os alimentos mais baratos são os piores, ou que os alimentos mais caros são os melhores!

É, sem dúvida um assunto com várias correntes de opinião...lembro-me com frequência dos dizeres dos antigos...diz-me o que comes, dir-te-ei quem és!...
Gi Dinis

    





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

I & D de PRODUTOS ALIMENTARES...Um bolo "Portugal Sou Eu"

Bolo TAPortugal
Viva,
A publicação de hoje é apenas e só a divulgação do bolo que preparei para responder a um desafio lançado pela TAP.  Sobre esta produção, apenas quero referenciar a utilização de produtos portugueses, nomeadamente os frutos, dado que o bolo vencedor do passatempo irá ser servido a bordo no dia estipulado para o efeito. Assim,, venho solicitar a quem ler esta publicação, e quiser apreciar outras produções, piores, iguais  ou melhores do que a minha, que o podem fazer indo ao site do passatempo "Bolo procura-se". 


Seria bom para Portugal, que os viajantes desse dia ficassem com uma boa impressão de Portugal, dos produtos portugueses e do que somos capazes de produzir, utilizando o que nos é mais rico: produtos nacionais. Convido-vos por isso a  fazer uma ronda por lá...e se votarem por votar, prefiram  o meu!! :-), ;-)!..o convite é válido e estende-se a todo o mundo..:-)...até porque a TAP viaja por todos os países...ahahaah!


Para uma melhor informação dos produtos portugueses  que utilizei, aqui fica o registo: Maçã do Oeste, Uva branca do Algarve, Framboesa do Alentejo, Amêndoa de Trás-os-Montes, Ovos Moles de Aveiro . 

Degustando uma  fatia do bolo, virtualmente...
Gi Dinis









sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

INFORMAÇÃO...- Comemos para viver, não vivemos para comer!














Resultado de imagem para hidratos de carbono e proteínas

Viva,


Termino a semana com uma publicação que considero bastante importante, focando esta informações interessantes  sobre um acto muito comum entre todos os mortais - a alimentação tal e qual ela deveria ser praticada - mas não é, por diversos motivos que se tornam aborrecidos para a maior parte das pessoas, porque o lema de quase todos neste mundo é saciar a fome...e se for de um modo guloso, recusando conselhos de profissionais sobre quantidades, qualidades e, comer beber até ser dia..ainda melhor! 

Sobre este tema, há imensa matéria para discutir, conversar, tirar ilações e muittaaass conclusões!...não nos esqueçamos de que comemos para viver, não vivemos para comer!...para não engordarmos mais do que é necessário, não termos o problema de passar muito tempo na costureira a acertar com a medida da cintura, não ouvirmos alguém dizer.."tu alimentas-te bem,,nota-se no teu rabo! :-), corrermos o risco de de termos algum problema de saúde, e compararmos o nosso peso com alguém que admiramos e verificarmos que estamos com x kg a mais do que essa pessoa!...acontece a todos nós, pelo menos uma vez na vida!...Pois é somos hedonistas...somos quê? - HEDONISTAS...significa que comemos tudo o que queremos e podemos para atingirmos um objectivo...o prazer total de saciar a nossa fome!

O saciar da fome é impulsivo, preenchendo assim as  necessidades básicas de qualquer um. Na sociedade industrializada onde estamos inseridos, recorremos a tudo o que está disponível, e de acordo com a nossa possibilidade monetária, o que não é, de todo o mais correcto. São erros que são cobrados mais tarde, e das mais variadas formas.

Bem, o que eu pretendo deixar aqui registado não é mais do que um apontamento simples, baseado em informações recolhidas no meu CET de qualidade alimentar e que dizem assim.."se os nutrientes hidratos de carbono forem combinados com os prótidos  á mesma refeição a oxidação celular é passivel...se não se combinarem nutrientes a oxidação é minimizada". Quer isto dizer o K? :-), simplesmente o que está claro na minha escrita, ou seja que a forma ideal de desacelerar a oxidação celular é não misturar nutrientes no mesmo momento. Até dou um exemplo: arroz de ervilhas com bife de perú grelhado, como sabemos o arroz é um hidrato, a ervilha é um legume, a carne é um prótido.....com esta trapalhada toda de "cores", fabricamos uma glicação celular, que não é mais do que a oxidação, o envelhecimento das células e a engorda exagerada do nosso querido corpinho!!!! :-))))

Por outro lado, temos os zumbidos da publicidade a encetar esforços no sentido de consumirmos um pouquinho de cada alimento por dia...e muito bem! Mas esquecem-se de dizer que deveriam pertencer todos ao mesmo grupo de alimentos existentes na roda dos alimentos. Confuso? Não! É assim, a cada refeição deveria ser consumido só hidratos de carbono, ao almoço só prótidos, ao lanche só cereais..e por aí fora!...a nossa pele agradeceria, as células intestinais, tão frágeis que são rejubilariam de alegria (ahaha), e as nossas células cerebrais que só comem hidratos sentir-se-iam mais confiantes (ficaríamos todos mais empreendedores, o que seria estupendo para Portugal!). :-))))

É certo que cada organismo tem o metabolismo , as  alergias naturais, e  o  bio-ritmo, próprio e intrínseco que lhe foi imposto, aquando da sua formação indo desenvolvendo outras formas de se adaptar ao que lhe foi ou é imposto por cada um de nós. Por estas razões, eu tento corresponder aos sinais e estímulos corporais o mais fielmente possível..não deixando de ser hedonista...algumas vezes! 

Cuidem-se, o corpo agradece!
Gi Dinis


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

I & D PRODUTOS ALIMENTARES...Magret de pato (more-ish!)



Magret de Pato

Viva,


Com um fim de semana frio a aproximar-se,  deixo uma sugestão de um preparação de carne que considero ser uma boa ementa para quem vai ficar  no quentinho da sala a assistir a um bom programa na TV. E, digo isto porque este prato é  de fácil execução,  aconchegante, saboroso e como se diz na velha Britânia.."more-ish"! Se tiverem ocasião de o experimentar, irão conferir a minha adjectivação.  
Bem, primeiro temos de ter um pato! gordinho em musculatura e não em gordura..ao qual retiramos com cuidado o peito com a pele agarrada. Preparamos de seguida uma grande marinada com algumas especiarias, sal, 2 laranjas cortadas às rodelas e um cálice de vinho do Porto, de qualidade. Sujeitamos a carne a esta marinada durante umas horas num recipiente tapado na refrigeração. Na altura de saltear, pincelamos um sauté com um pouco de azeite e deixemos que ferva. Adicionamos a carne e salteamos tudo em fogo forte, baixando assim que a pele comece a torrar. Continuamos a saltear até a carne ficar frita mas não seca...retirando, de seguida, com cuidado para não desfazer as peças. Com o molho que sobrar, espreme-se 1 laranja e adiciona-se um gole de água, deixando apurar até fazer uma espécie de molho grosso e suculento. E o magret está pronto!..(Fácil, não?)

Agora as batatinhas...descascadas com uma colher francesa (ficam redondinhas e todas iguais), branqueadas com água, sal, uma gota de vinagre e uma pitada de bicarbonato de sódio. Fervem uns minutos até se conseguirem trincar sem grande esforço. Voltamos a pegar no molhinho do pato, e salteamos as batatas entretanto mornas. Deixemos que elas se queimem ou tostem ganhando uma crosta acastanhada....já agora sabem porque ficam doiradinhas????.:-)..porque acontece a reacção de Maillard!.. é tão somente uma reacção química que se estabelece  entre nutrientes, neste caso hidratos de carbono(batatas) e outro nutriente proteico existente no molho ,ex: o sumo da laranja.

Compõe-se o magret em recipiente adequado e serve-se bem quentinho!..Ao resto do molho, dispõe-se numa molheira ou rega-se o preparado, decorando com umas rodelas de laranja ou uma salada crua.

Vale a pena...ler receitas assim!Fáceis, deliciosas e bem servidas.
Gi Dinis


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

SERVIÇOS (eventos & workshops)..."Não se vive de tudo o que se come , mas do que digere" - Brillat Savarin











                 


Jantar entre Amigos



*Finger Foods – Folhados queijo/fiambre, salsicha, atum/cogumelos, linguiça.
*Massa folhada caseira, salsicha, linguiça, atum, cogumelos, fiambre, queijo flamengo – 334 Gr(700 Kcal)**
*Salada  Marisco com frutos
*Alface, manga, camarão, fiambre, ananás, molho vinagrete, especiarias e aditivo natural – 500 Gr(292 Kcal)**
*Arroz de Pato
*Arroz agulha, pato, bacon, chouriço, especi., alho, cebola – 5 doses (2694Kcal)**
*Esparregado de espinafres
*Espinafre, amido de milho, leite MG, especiarias, azeite, laranja, reagentes cozinha molecular – 500 Gr(435 Kcal)**
*Mousse de Limão
Leite condensado caseiro, ovos pasteurizados, sumo de limão- 1 Kg (1213 Kcal)**
*Segredo dos Deuses
Massa, ovos moles caseiros, manteiga francesa – 177 Gr(800 Kcal)**

** Valores de DRIS 2002/2205
Quantidades para 5 pessoas 1268 Kcal/pax
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Viva,

Apresento-vos hoje uma proposta de um jantar com uma ementa super simples, e  tal como tinha agendado  na passada semana, porque vou iniciar uma série de publicações referentes a pequenos eventos que produzi, sem revelar os destinatários...a menos que os mesmos autorizem a publicação...e como o que hoje divulgo não foi permitido nem proibido pela simples razão de que não consultei os anfitriões que  resolveram oferecer e desfrutar  o jantar com uns amigos. Por essa razão ocultei os anfitriões.

Não quero, de modo algum, vincar qualquer jubilidade sobre o meu trabalho, mas apenas mostrar a forma como o  tenho elaborado ultimamente, porque considero que qualquer pessoa deve  ter a noção aproximada  do que ingere numa qualquer refeição do dia. Esta informação poderá não ser muito detalhada, mas deverá incluir os ingredientes...uma vez que possibilita saber  imediatamente se algum alimento contém algo que poderá causar alguma alergia, uma digestão mais demorada, etc...

A ementa que seleccionei, é muito simples e adequada para esta estação do ano, uma vez que nela são incluídos alimentos que fazem parte dos produtos desta estação do ano, nomeadamente os espinafres transformados em esparregado, que por si só é servido quente e a sua confecção é um pouco pesada. Também, e a pedido da anfitriã, inclui uma salada de marisco servida individualmente talvez devido ao seu efeito sensorial que é agradável, e porque é leve sob o ponto de vista calórico, contrastando logo de seguida com um arroz de pato, que como sabemos se torna um pouco pesado..por ser originalmente "greasy" :-))

Sobre os finger foods, foram escolhidos estas e não outros porque eram do agrado de todos, e a intenção era apresentar uma starter (entrada) muito simples e convencional. Falando um pouco sobre a sobremesa, sendo pouco diversificada, ficou ao gosto de todos, porque a mousse de limão teve como objectivo cortar um pouco da doçura que pudesse persistir  na ingestão do pastel "segredo dos deuses". Esta combinação de 2 tipos  de sobremesa é um modo de podermos pôr à prova o nosso palato (ahahahah!), porque as texturas, consistências, sabor, aroma  e estados físicos das sobremesas oferecidas são completamente opostos, podendo não ser "reconhecido" pelo nosso nervo trigeminal (nervo das sensações!), ....depende da sensibilidade de quem prova as 2 sobremesas separadamente...não entenderam nada, pois não? :-), podem google(ar)...:-)))

E, finalmente incidindo sobre a quantidade de Kcal que foram para cima da mesa..não excederam, de modo algum, os limites impostos por qualquer tabela editada e  recomendada!..se tivermos em conta que cada comensal ingeriu cerca de 1268 Kcal, sendo que a idade rondou os 40 anos e a média calórica diária deve exceder as 2500 Kcal.  Se   estiverem de acordo com o senhor Brillat-Savarin"

Alimentem-se equilibradamente e sejam felizes!
Gi Dinis









terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

INFORMAÇÃO... Plastic Bag!










Viva,
A imagem elucidativa de  produtos naturais envoltos em produtos artificiais  pretende transmitir, de algum modo o exagero com que o homem trata a natureza. Primeiro abordo este tema como consumidora final e depois opino sobre ele de uma forma mais profissional , baseando-me em alguns conhecimentos que tenho adquirido ao longo destes últimos tempos...não sou "expert" em química, mas conheço  os processos químicos  que envolvem a produção de um simples saco de plástico!.. E são muitos, sendo alguns  prejudiciais ao meio ambiente.



A imagem de um saco de plástico a envolver um cacho de banana foi escolhida porque penso que a dualidade entre estes materiais não deve ser tão próxima e tão dependente uma da outra, porque simplesmente não combinam em nada...mesmo em nada. Como consumidora, vou ter de educar melhor a minha mente e partir para as compras prevenida com alguns sacos embrulhadinhos dentro da carteira, ou então corro o risco de ter comprar o que necessito e também o vasilhame onde os vou transportar...se forem de plástico!...ou  ansiar para que o lojista tenha um saquinho de ráfia, papel ou outro material para ME DAR! E, acredito que à partida não irá acontecer em todos os espaços comerciais aonde me dirija. Se querem saber, eu há algum tempo a esta parte que me re-educo no sentido de minimizar estes prejuízos à natureza, porque a vejo como única e insubstituível...pois considero que esta poluição que é a produção, o uso e a decomposição do plástico é altamente prejudicial aos seres vivos existentes no planeta. Por estas razões, trago sempre comigo, para qualquer eventualidade, um saco bem concentrado e arrumadinho que  ocupa pouco espaço na minha mala de mão...transformando-se quando assim está num moranguinho!:-)..são as invenções dos nossos compatriotas? do outro lado do mundo!...não quero dizer que não precise de comprar um ou outro saco num espaço comercial onde não há sacos de plástico para oferecer aos clientes, mas regra geral levo ossaco para trazer as compras , porque além de poupar em todas as frentes, tenho uma maior noção  do nº embalagens que irei adquirir..e o espaço que preciso para as colocar! Além destas razões, também considero que aqueles que têm o hábito, o vício ou o impulso   de comprar quase tudo o vêm, não se irão importar de pagar mais 10 cêntimos pela  sua compra. Para o caso de empresas, o assunto já é mais complexo...outras alternativas terão de se conseguir. 

Depois, vem a parte económica do problema...que pode ser visto de várias formas, sendo que  a que me preocupa mais é a produção de um saco de plástico! Ora aqui, temos umas reacções em cadeia que são que envolvem muitoossss processos! Vou tentar explanar a minha ideia defensora de que esta medida, por um lado é benéfica para a saúde  das pessoas, não sendo, por outro lado muito prática porque muitos estão habituados a não ter esta consciencialização de defesa do bem estar social do outro - que me desculpe alguém que se sinta incomodado, mas eu penso que é mesmo assim! - Ainda, poderia protestar contra o arrecadar de mais impostos por parte do Estado, com a implementação desta medida, mas eu  só contribuo para este imposto por opção ou por desleixo!

 Primeiro, tem de se saber que o plástico deriva de algo que tem a ver com o petróleo, logo é preciso extrair os hidrocarbonetos saturados denominados por  alcanos do interior da Terra. Esse grande, valioso, escasso , e causador de tantos cataclismos económicos é  conhecido pelo gás dos pântanos pelos dedicados a ele  e às suas causas :-)..O gás dos pântanos é um composto maioritário de C e H. Esta massa bruta, é extraída do interior da Terra sendo sujeita a um processo "tipo laboratorial" designada por destilação fraccionada  http://pt.wikipedia.org/wiki/Destila%C3%A7%C3%A3o_fracionada onde é feita a separação dos vários componentes existentes nessa massa bruta.  Os processos seguintes são complexos e envolvem custos elevados, além de produzirem enormes prejuízos para o meio ambiente. https://www.youtube.com/watch?v=YuJ31bu01mM

Por tudo isto, há que ter bom senso e acreditar que é uma medida positiva para todos nós, porque como alguém disse ..." as acções do presente são a comodidade do futuro".

Fiquem bem
Gi Dinis



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

I & D PRODUTOS ALIMENTARES... Barra de chocolate para gulosos inveterados!

Barra de Chocolate 

Viva,

Numa altura em que todos  falam de  dias especiais de comemoração de um  dado conceito ou de algo em especial, prepara-se logo algum prato especial ou um singular alimento alusivo a essa data especial. Nesse feito, tem-se a preocupação de utilizar nomes, dizeres e ingredientes que coincidam com o motivo da celebração, esquecendo que, por vezes precisamos de encetar um pouco mais esforço  na forma como se apresenta o alimento, uma vez que é nesse ponto que mostramos muita da nossa criatividade, sendo por isso motivo de boa ou má  impressão por parte de quem aprecia o nosso trabalho. Hoje, na sociedade ocidental em que estamos inseridos, no meio numa globalização comercial tão feroz, há que meter mãos à obra e mostrarmos o que de melhor conseguimos fazer, em todos os sentidos, incidindo na gastronomia em particular, as opções e combinações são infinitas. A proposta de hoje visa exemplificar que uma determinada preparação alimentar se pode  adaptar a muitas ocasiões, bastando para isso alterar um pouco os adereços finais, sendo que a barra de chocolate é sempre igual. Os adereços que escolhi (fruta cozida em calda de açúcar) foram os que melhor considerei, uma vez que estamos numa estação fria, e não apetece muito ingerir fruta fresca simples, mas de um modo  combinado com bolo.  Não faço ideia qual é a vossa opinião sobre este assunto, mas eu considero que assim seja, por isso a registo aqui.

 E, por isso mesmo hoje apresento um bolo de chocolate cuja preparação total é de dificuldade média, uma vez que envolve várias etapas distintas , sendo que a principal é a mais fácil, consistindo na confecção de um bolo de chocolate a partir de umas simples claras de ovos sobrantes de uma outra sobremesa em que a emulsão principal foi preparada com gemas de ovos. As outras etapas são um complemento válido para a tal apreciação que abordei no início,  que poderá ficar ao critério de cada um, e de acordo com os vossos conhecimentos da arte culinária e com a vossa disposição para a pôr em prática. Eu costumo seguir um conceito que li numa revista da especialidade que se rege pela ideia que "Cozinhar é um acto de mostrarmos aos outros o quanto gostamos deles!"

Indo rapidamente para a proposta de hoje, convido-vos a conferir a receita "Barra de chocolate", batendo firmemente 6 claras de ovos, adicionando de seguida 6 colheres de sopa de açúcar até obter um preparado tipo merengue. Acrescenta-se uma colher de café de vinho do porto de boa qualidade.Com um coador médio peneira-se 100 Gr. de chocolate em pó misturado com 4 colheres de sopa de farinha e 1 colher de chá de fermento em pó. Mistura-se levemente e leva-se a cozer em forno médio de 180ºC, numa forma previamente barrada com margarina e polvilhada com farinha. Semeia-se por cima da preparação amêndoa filada sem casca. Entretanto faz-se uma calda fervente, mas fraca de açúcar e mergulham-se uns quantos morangos frescos ou congelados. Aqui, o estado da fruta não é relevante uma vez que o objectivo final é apenas que os morangos fiquem melados, ou seja moles e com uma capa de açúcar. Reservam-se em local frio e separados uns dos outros para não colarem quando fiarem frios. Com a sobra da calda barra-se o interior da barra quando se retirar do forno e se virar para um pano açucarado. Enrola-se a barra e dispõem-se os morangos em cima. Prepara-se, ainda uma outra calda de açúcar forte até atingir ponto caramelo fraco. Com esta calda pouco quente desenha-se o que a nossa imaginação nos ditar numa folha de papel vegetal impregnada de gordura (compra-se assim!), e salpicada com álcool enrolando ou virando em vários sentidos para que ganhe forma antes de esfriar. Dispõe-se como quisermos na superfície ou nos  da barra. Ainda, e para finalizar traça-se uns fios de ganache de chocolate com uma seringa própria para o efeito. Eu escolhi a decoração do meu bolo assim, porque alio 3 tipos de alimentos que penso que combinam bem nesta época do ano, mas inúmeras haverá. Numa nota final, não quero esquecer de referir que adicionei uma gota de vinagre de maçã ao preparado do bolo.

Sob o ponto de vista sensorial (impacto ou efeitos vários que um determinado produto  alimentar  provoca no potencial consumidor, quer na degustação, quer na sensação visual) , para que o  efeito final do bolo seja mais realçado coloquei--o numa travessa com pé....apoiando assim a ideia de ser um bolo especial - num qualquer sentido!

Fiquem bem...e exercitem a vossa imaginação num outro decor!
Gi Dinis



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

SERVIÇOS ( Eventos & Workshops )





Resultado de imagem para sacher cake
Viva


Congratulo-me de ter iniciado,  um mês atrás, as publicações de ideias desenvolvimento de produtos alimentares de minha autoria, bem como outras conhecidas do grande público, porque é um modo de divulgação da minha actividade profissional. Além deste tipo de publicação, também dediquei este blog á divulgação de algumas informações relativas a procedimentos convenientes que devem ser adoptados com os alimentos que ingerimos  e informação, um pouco aprofundada  sobre assuntos relacionados com equipamentos utilizados no nosso dia a dia. Não quero ser reconhecida como sendo uma" curiosa, uma sabe tudo ou sabe mais do que os outros", até porque existem inúmeros blogs de pessoas simples como eu,neste universo fantástico que é a Internet, que relatam informações idênticas às minhas, e outras mais aprofundadas. Considero positiva a existência   de pessoas que conseguem ir mais longe do que eu, porque assim tenho a possibilidade de aprender mais um pouco! É um dos meus objectivos...aprender sempre com as boas e as más escolhas que faço!...

Agradeço as visitas que os internautas efectuam ao meu blog, e espero dia a dia publicar informações, na área alimentar cada vez mais interessantes podendo assim partilhar a minha vivência numa das  actividade que mais gosto de praticar. Para vos agradecer, do mesmo modo do qual me acedem, decidi presentear-vos com um dos meus produtos que, não sendo da minha autoria - bolo de chocolate  SACHER - é reconhecidamente um dos meus  produtos designados como produto *. Já agora, informo que neste mundo da restauração, um produto é considerado  *, se o seu consumo por parte do público é muito elevado. Falando um pouco sobre ele, digo-vos que é originalmente produzido na Áustria, num estabelecimento hoteleiro de renome internacional, e que é um dos produtos ilustrativos do país, sendo por isso divulgado como sendo um produto nacional. Provavelmente é reproduzido em inúmeros estabelecimentos similares...A sua massa delicada é, por excelência, composta por ingredientes simples, mas que conferem ao resultado final uma textura e uma consistência muito boa, dando uma subtileza única ao resultado final. Por isso é um dos meus preferidos...não o guarneço com natas azedas, porque não são apreciadas por cá, mas substituo-as por uma ganache que propositadamente torno um pouco amarga...Por querer apenas divulgar o meu trabalho, ou  as minhas criações, informo sempre quando o são, não pretendendo de forma alguma viver à sombra do trabalho de  ninguém...até porque, como deveria ser tido em conta de todos...deveríamos conquistar o nosso lugar ao  sol, e nunca estarmos  à  sombra dos outros, sendo ela pequena ou grande..mas infelizmente a realidade não é assim!...Tenho constatado isso nestes últimos anos...:-(...compreendo e considero  que é uma forma de crescermos mais e melhor e que devemos adoptar,  uma postura cada vez mais íntegra, julgando (?), conforme assim o entendermos.

Voltando ao meu blog e à minha actividade, registo aqui que também me encontram no FB, PinteRest, Twitter, Google+, e Youtube (channel), Womenwinwin e em algumas iterações com  que paulatinamente vou mostrando, mas sempre com a postura e a humildade de apenas querer divulgar o meu trabalho, as minhas acções comerciais e informações da área alimentar que possa considerar úteis para o grande público. As minhas ambições são como as de muitos de vós...querer mais e melhor!.. A este propósito, decidi a partir de hoje editar  e partilhar as minhas publicações de 2ª a 6ª feira com esta ordem de trabalhos : 2ª e 4ª feira - I & D, 3ª e 6ª feira - Informação, ficando a 5ª feira  reservada para a publicação de assuntos referentes a Serviços (eventos e workshops). De modo algum quero tornar-me maçadora para alguém  ou minimizar a minha actividade noutros parâmetros. Até porque, tenho outros afazeres, nomeadamente cuidar da família, assistir às minhas aulas de licenciatura de Tecnologia Alimentar no IPC Coimbra, e naturalmente ter "aquele tempinho" que todos nós gostamos de desfrutar, (compras, cabeleireiro, leitura, hobbys, filmes, visitas).

Para finalizar, queria definir-me, considerando-me  uma pessoa de fácil trato, não obstante algumas situações que possam merecer uma maior atenção e uma decisão mais cuidadosa...tento sempre decidir o melhor! Como alguém, um dia me ensinou ..."a vida não quer nada de nós, nós é que a  queremos".., Para todos vós aqui deixo estas  canções cujas letras me inspiram cada manhã...., https://www.youtube.com/watch?v=UM3eIf4LEFA     https://www.youtube.com/watch?v=Hx3bbmcU2iU ;-))
Cordialmente, 
Gi Dinis
                              https://www.youtube.com/watch?v=UM3eIf4LEFA                  


Esta frase visa todos aqueles que de uma forma ou de outra continuam zangados com a vida..e não sabem admitir o sucesso dos outros! porque..alguém proferiu um dia que... a nossa liberdade começa quando acaba a dos outros!

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