Viva...
Hoje dedico a publicação a um tema muito actual, e que vale a pena saber algo sobre ele, porque cada vez mais os efeitos nefastos da utilização de aditivos químicos sintéticos se faz sentir, tanto a nível físico como neurológico. A verdade que seja dita: o que eu vou aqui registar é apenas uma milésima parte do que há para dizer sobre este assunto e que deveria ser esclarecido ao consumidor final, porque é para ele..que todos os sectores, particularmente o da alimentação, trabalham!
E neste contexto, é curioso, quando se desenrola um burburinho enorme porque a imprensa noticia a existência de microrganismos em alimentos!... é normal que tenha sido assim até aqui, porque a não informação ou a desinformação era suficiente e por vezes muita. Actualmente, já se nota e se vê uma tendência e uma vontade inequívoca e por vezes explícita em saber mais um pouco do que se está a falar...e quanto à existência dos tais animáculos (como lhe chamou leeuwenhoek) :-), já perceberam os estudiosos em microbiologia e outros estudiosos e profissionais na matéria, que estes bicharocos existem sempre em qualquer alimento, mesmo em quantidades mínimas. Aqui, o objectivo é criar condições para que eles não proliferem, ou mesmo possam diminuir em quantidade e em qualidade...como? pelo "efeito barreiras"...que não é mais do que aplicar medidas tampão para que haja redução do seu nº . As medidas podem ser: não exposição á luz solar, manter o mais tempo possível o pH óptimo do produto alimentar para a sua estabilização, exposição correcta á temperatura ideal, pasteurização ou tindalização dos alimentos, aplicação de regras de rastreabilidade, higienização e haccp definidas. Se todos estes procedimentos forem implementados e estiverem correctamente cumpridas as verificações dos possíveis riscos físicos e químicos...estamos perante um produto seguro produzido sob condições de segurança alimentar de nível superior....e é isto que todos desejamos. A título de curiosidade, e resumindo muito rapidamente o percurso da preocupação dos grandes industriais de produção alimentar mundial.,.tudo começou com a ida do homem á Lua que necessitava de um produto seguro! - anos 60 a anos 80 Preocupação com a quantidade de alimentos existentes - Anos 90 a 2010 Preocupação com a qualidade dos alimentos existentes. Todos estes itens são passíveis de serem aplicados, bastando para isso que haja vontade dos centros de decisão no sentido de os fazerem aplicar!..não é fácil, não! mas acredito que gradualmente o será. E ..não bastando toda esta exigência à produção alimentar, temos a evolução quase vertiginosa da produção de químicos sintéticos que ajudam a estabilizar o produto alimentar, ajudando-o para isso a ter atributos sensoriais atractivos, tornar-se mais durável, ou seja a ter uma validade longa...óptimo!.(definição de aditivo alimentar).mas, esta facilidade pode sair muito cara e ser sofrível para quem ingere alimentos com aditivos desta categoria, uma vez que como dizem os cientistas destas matérias..."na carga genética estão contidas todas as mutações sofridas pelas gerações anteriores, e vão ficar as mutações dos mau tratos corporais que fizermos", originando doenças por vezes mortais. Frontalmente, falando de aditivos químicos, temos todos e para todos...os gostos!...conservantes, emulsionantes, corantes, reguladores de acidez, estabilizantes, enzimáticos, etc, etc. Destes todos não haverá nenhum que não tenha efeitos secundários, porque são produzidos em laboratório, usando-se muitas vezes compostos e substâncias que são por si só oriundas de outros produtos químicos. (grande confusão!), o que vai provocar um não reconhecimento "natural" destes compostos por parte dos organelos celulares, nomeadamente da "amiga" mitocôndria...daí se processarem mutações!..que vão depois manifestar-se (ou não!...pensa-se que essa manifestação poderá estar relacionada com o cruzamento das informações genéticas que ocorrerem entre os cromossomas - crossing-over- )nas gerações seguintes...dando lugar ao aparecimento de novas doenças e ao estado doentio generalizado da população. Outro dos efeitos secundários desta catrefada de químicos que nos impõem nos produtos alimentares industrializados é o facto de causarem vício ao fim de algumas vezes de serem consumidos. É verdade!...não vou exemplificar para não nomear produtos nem empresas, mas todos sabemos que o recurso a estes químicos se prende pelo facto de oferecerem melhor preço à indústria produtora de alimentos, sem que estas se preocupem muito com os efeitos que irão produzir no consumidor...mas também não são os únicos culpados, porque estão autorizados formalmente para o fazerem, devido ao facto de existir legislação específica na maioria dos países no sentido de consentirem o uso de determinados aditivos...no entanto..o mesmo aditivo não é permitido em todos os países, como tal as empresas exportadoras de um determinado produto alimentar se utilizarem o aditivo X, e ele for proibido no país Z, fica automaticamente proibido de exportar esse produto alimentar para esse país. Curiosamente, e digo-o com alguma mágoa, existem empresas portuguesas na área alimentar que usam e abusam de aditivos químicos sintéticos altamente nefastos para a saúde humana e que gozam de alguma boa reputação aqui na nossa praça...mas se tentarem exportar esses produtos para o Japão...não o vão conseguir, porque o governo japonês proíbe o uso desse aditivo no país..porque provoca alucinações e pode ser altamente percursor de tumores malignos! ..por cá..está-se bem! e consome-se sem restrições!!!! Assim, segundo os estudos realizados recentemente e na actualidade, recomenda-se que os alimentos e todos os produtos alimentares ideais são aqueles que são constituídos por substâncias maioritariamente de origem natural. A melhor forma de nos precavermos de situações alimentares deste género é necessariamente só ingerirmos alimentos nos quais confiamos ou nos quais depositamos confiança aquando do seu fabrico. Para que este efeito seja mais sentido e mais viável, tenta-se instalar a ideia de que na restauração e afins os produtos utilizados como matérias-primas aos produtos alimentares sejam originados nas proximidades onde são consumidos (um raio de 50 Km) e que a traceabilidade de todo o processo seja elaborada mesmo em episódios ou acções pontuais. A despesa do SNS seria bem menor...decerto seríamos todos mais saudáveis! Gi Dinis |
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terça-feira, 7 de abril de 2015
Informação... Os alimentos com muitos aditivos químicos sintéticos escondem 1001 perigos!
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