“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”. (Leonardo Da Vinci)
Viva...
Embalagens e mais embalagens...de papel, plástico, atmosfera protectora, vácuo, vidro, alumínio, folha de Flandres, poli-carbonato...redondas, quadradas, rectangulares, opacas, transparentes, enfim, tantas formas de embalar e acondicionar os produtos alimentares! Todas elas são estudadas, fabricadas e direccionadas para acondicionar alimentos da forma mais adequada cada alimento. Pelo que aprendi nas minhas aulas, e pesquiso por aqui...existem alimentos que requerem um determinado tipo de embalagem, sob pena da sua degradação se desencadear mais rapidamente ou mesmo porque as características do alimento não se coadunam com a embalagem que tínhamos destinado para o alimento. Exemplificando, uma conserva de atum não poderá de modo algum ser acondicionada em embalagens simples de plástico...sob pena do seu conteúdo (o atum) ter uma durabilidade muito curta devido à luminosidade que afecta naturalmente o produto em causa, porque uma embalagem simples de plástico contém oxigénio, por muito pouco que seja, e também porque as características pouco densas do produto iriam deformar o efeito sensorial que se pretende para o produto final. Mas, também pode acontecer (raramente), que o mesmo se considere estragado se a embalagem se tornar opada, querendo dizer isto que o conteúdo contém uma carga microbiana acima do normal, isto porque os microrganismos contidos no alimento estão a libertar gás, que se aprisiona na lata, fazendo-a dilatar ou mais simplesmente deformando-a. Embalagens que apresentem estas características são obrigatoriamente para não consumir e deitar no lixo, mesmo que a data inscrita na embalagem esteja dentro do tempo previsto. Para este caso particular do atum, o conteúdo e a lata são submetidos a uma temperatura elevadíssima num aparelho designado auto clave para que a carga microbiana seja neutralizada, sendo logo de seguida sujeita a um arrefecimento rápido a cerca de 70ºC.
Existem hoje em dia variadíssimas embalagens que alêm de acondicionar o produto alimentar, o protegem de forma a aumentar a validade do mesmo, sabendo-se que poderiam ser escolhidas outras para o mesmo produto. É o caso da atmosfera protectora e do sistema a vácuo, cujas propriedades são originalmente vocacionadas para minimizar ou mesmo para neutralizar o teor de oxigénio lá existente.
Em jeito de tornar este assunto mais importante até porque se prevêm grandes novidades a curto prazo, adianta-se que as embalagens de acondicionamento dos alimentos do futuro, são todas aquelas que tenham por objectivo uma contenção nos custos de armazenamento dos produtos, favorecendo ao mesmo tempo a maior validade possível e cujas características naturais sejam minimamente alteradas por meio da introdução de aditivos. Assim, poderemos contar a curto prazo com embalagens estudadas e fabricadas de modo a que a estrutura retire por si só a maior parte das propriedades destruidoras dos alimentos e que os deterioram. Essas propriedades são essencialmente o oxigénio, e a diminuição do pH do alimento.
Costuma-se dizer que a embalagem é o rótulo do produto...mas se o conteúdo não for ao encontro das expectativas do cliente...não haverá uma 2ª venda!
Gi Dinis
Existem hoje em dia variadíssimas embalagens que alêm de acondicionar o produto alimentar, o protegem de forma a aumentar a validade do mesmo, sabendo-se que poderiam ser escolhidas outras para o mesmo produto. É o caso da atmosfera protectora e do sistema a vácuo, cujas propriedades são originalmente vocacionadas para minimizar ou mesmo para neutralizar o teor de oxigénio lá existente.
Em jeito de tornar este assunto mais importante até porque se prevêm grandes novidades a curto prazo, adianta-se que as embalagens de acondicionamento dos alimentos do futuro, são todas aquelas que tenham por objectivo uma contenção nos custos de armazenamento dos produtos, favorecendo ao mesmo tempo a maior validade possível e cujas características naturais sejam minimamente alteradas por meio da introdução de aditivos. Assim, poderemos contar a curto prazo com embalagens estudadas e fabricadas de modo a que a estrutura retire por si só a maior parte das propriedades destruidoras dos alimentos e que os deterioram. Essas propriedades são essencialmente o oxigénio, e a diminuição do pH do alimento.
Costuma-se dizer que a embalagem é o rótulo do produto...mas se o conteúdo não for ao encontro das expectativas do cliente...não haverá uma 2ª venda!
Gi Dinis

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