Viva...
Um video TED X para ver,e refletir
É benéfico conhecer outras opiniões, algumas diferentes das nossas que muitas vezes nos fazem pensar que somos constituidos pelos mesmos macronutrientes, dispostos de igual forma e do mesmo modo, com os mesmos metabolismos. Só não temos todos a mesma genética..e por força, ou imposição da nossa pequenez, da nossa inercia em não nos preocuparmos muito com o que ingerimos...corremos o risco de estarmos a criar cidadãos mal formados em alimentação saudável, economia sustentável e um dos maiores riscos no aparecimento de doenças desde sempre...
Por estas razões e em nome do nosso bem estar e da saúde humana...convido a ver este vídeo.
Trata-se de um alerta, de uma desmistificação sobre o modo como estamos a conduzir a economia alimentar em função do que ingerimos!... Porque não basta termos as enzimas do aparelho digestivo a funcionar, porque a alimentação humana actualmente não nos conduz a médio e longo prazo a objectivos saudáveis traduzidos em maior bem estar e prolongamento do tempo de vida, e acima de tudo, devido á inclusão desmedida de alimentos produzidos quimicamente em laboratório, que por serem mais rápidos de produzir e de custo mais baixo...nos irão condicionar a saúde a curto prazo, sabendo-se já de antemão que facilmente irá fazer constar na carga genética que iremos doar aos nossos descendentes.
Além destas propostas, convém realçar que no presente, as implicações de uma má alimentação podem ser percentualmee mais negativas do que positivas, no sentido de poderem condicionar as acções imediatas...tais como menor rendimento da actividade laboral devido á ingestão de alimentos menos naturais, implicando por isso uma concentração na actividade profissional mais desvirtuada implicando uma menor taxa de desempenho. Os aspectos positivos são somente o menor custo dos alimentos considerados cono tal, sabendo-se à partida (depois de tantos estudos e de tantas conclusões sobre o comportamento dos macronutrientes e dos micronutrientes nas diversas formas de conservação), que não são uma opção sustentável. É pena, que muitas vezes se tenha de recorrer a esta forma de alimentação...mas perante a conjuntura económica mundial, existe e permanece o conceito de que a poupança no dominio da economia doméstica passa pela adopção de hábitos e costumes menos correctos....não, é só na casa dos outros! na minha também acontece...frequentemente!..tento contrariar estas atitudes, não sendo na maioria das vezes bem sucedida, uma vez que as atitudes da área alimentar da faixa etária das pessoas que cuido são altamente influenciadas pelas acções daqueles que também fazem parte da vida deles!...ou seja o meio onde passam a maioria do tempo diário. no sentido de minorar este tipo de situações, preparo o velho lanchinho escolar, não por desejar uma poupança a todo o custo, mas considero que também é um factor importante...mas porque condiciono mais facilmente o acesso e a vontade de saciar a fome dos meus descendentes à não ingestão de produtos doces e sem qualidade, promovendo também o sentido da responsabilidade de não originar situações de risco a nível económico com consequências nefastas, penso eu!
É comumente dito e bem por quem sabe destes assuntos que "se tivermos 30% de cabeça, 40% de alimentos saudáveis e 30% de boa carga genética"..poderemos ter uma vida melhor"...concordo!
Gi Dinis
Trata-se de um alerta, de uma desmistificação sobre o modo como estamos a conduzir a economia alimentar em função do que ingerimos!... Porque não basta termos as enzimas do aparelho digestivo a funcionar, porque a alimentação humana actualmente não nos conduz a médio e longo prazo a objectivos saudáveis traduzidos em maior bem estar e prolongamento do tempo de vida, e acima de tudo, devido á inclusão desmedida de alimentos produzidos quimicamente em laboratório, que por serem mais rápidos de produzir e de custo mais baixo...nos irão condicionar a saúde a curto prazo, sabendo-se já de antemão que facilmente irá fazer constar na carga genética que iremos doar aos nossos descendentes.
Além destas propostas, convém realçar que no presente, as implicações de uma má alimentação podem ser percentualmee mais negativas do que positivas, no sentido de poderem condicionar as acções imediatas...tais como menor rendimento da actividade laboral devido á ingestão de alimentos menos naturais, implicando por isso uma concentração na actividade profissional mais desvirtuada implicando uma menor taxa de desempenho. Os aspectos positivos são somente o menor custo dos alimentos considerados cono tal, sabendo-se à partida (depois de tantos estudos e de tantas conclusões sobre o comportamento dos macronutrientes e dos micronutrientes nas diversas formas de conservação), que não são uma opção sustentável. É pena, que muitas vezes se tenha de recorrer a esta forma de alimentação...mas perante a conjuntura económica mundial, existe e permanece o conceito de que a poupança no dominio da economia doméstica passa pela adopção de hábitos e costumes menos correctos....não, é só na casa dos outros! na minha também acontece...frequentemente!..tento contrariar estas atitudes, não sendo na maioria das vezes bem sucedida, uma vez que as atitudes da área alimentar da faixa etária das pessoas que cuido são altamente influenciadas pelas acções daqueles que também fazem parte da vida deles!...ou seja o meio onde passam a maioria do tempo diário. no sentido de minorar este tipo de situações, preparo o velho lanchinho escolar, não por desejar uma poupança a todo o custo, mas considero que também é um factor importante...mas porque condiciono mais facilmente o acesso e a vontade de saciar a fome dos meus descendentes à não ingestão de produtos doces e sem qualidade, promovendo também o sentido da responsabilidade de não originar situações de risco a nível económico com consequências nefastas, penso eu!
É comumente dito e bem por quem sabe destes assuntos que "se tivermos 30% de cabeça, 40% de alimentos saudáveis e 30% de boa carga genética"..poderemos ter uma vida melhor"...concordo!
Gi Dinis

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