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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Informação....Dicas de culinária para poupar!















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Viva...


E eis que estamos no final de mais uma semana! Daquelas...que passou a correr, sempre com mil e um assuntos para resolver, sem querer solucionar tudo ao mesmo tempo...porque cada assunto tem o seu timming próprio. E nada podemos fazer!!!!...Por esta razão temos de optimizar o melhor que podermos aquelas singularidades que fazem parte dos nossos trabalhos caseiros e diários! Eh!Eh!...

Sim, estou a falar daquelas simplicidades que necessitamos algumas  vezes, mas que nem sempre as temos presentes na nossa dispensa. Uma delas é o açúcar...quantas vezes necessitamos de açúcar baunilhado, powder sugar, ou outro aroma qualquer açucarado???...pois, sabemos que estes produtos comprados e empacotados custam mais do dobro do produto em condições normais...podemos por isso consegui-lo em casa se o triturarmos e lhe adicionarmos o aroma que queremos. 

Tal como este, existem mais produtos...o sal! Por vezes, queremos sal fino, refinado...basta triturá-lo para obtermos o mais fino dos sais, sem ser preciso recorrer, depressa ao supermercado!,...

Relativamente a outros produtos...temos o caso das massas com que envolvemos algumas das preparações culinárias...aqui, podemos ter sempre á mão (no congelador), alguns tipos de massa preparadas em casa! Sempre, sem conservantes ou outros aditivos elas fazem "brilhar" as confecções gastronómicas mais simples transformando-as em requintadas preparações que podem fazer a diferença numa ocasião especial.

Lembro-me...de não ter muito tempo para ir às compras!...e de congelar ovos frequentemente...sim, uma simplicidade que pode salvar  muitas vezes aquelas situações de desastre culinário. Aqui, temos de separar as gemas das claras e adicionar umas gotas de água às gemas, porque se o não fizermos e as congelarmos simplesmente...elas ficam cozidas e não se prestam a qualquer preparação. Já as claras, essas podem ser congeladas sem qualquer aditivo..permanecendo sempre aptas para serem batidas em castelo... (A natureza é extraordinária não é?).

Seguindo para outros produtos...temos o caso dos frutos! Nomeadamente os citrinos. Estes devem ser congelados segregando as partes que queremos congelar! O sumo para um lado e as cascas para outros. Já experimentei a congelar um limão inteiro, e..não correu bem! Demorou imenso tempo a descongelar, a casca ficou muito mole e com imensa água..e o resultado foi um arroz doce sem sabor! A melhor opção é sem dúvida o congelamento das composições separadas...o mesmo se aplica às laranjas.

Um dos meus produtos preferidos que gosto de congelar sem qualquer problema é o pão! não carece de grandes cuidados e fica muito bem depois de descongelado. Aqui, a diferença entre obter um pão sem qualquer sabor estranho ou uma textura diferente do habitual,,,reside na congelação do produto assim que o adquirimos, pois não está exposto muito tempo á temperatura ambiente e consequentemente não absorve humidade.

Já experimentaram a preparar os vossos próprios condimentos?...bem aqui, é uma aventura bem interessante! E podem ter a certeza de que são originais! Nada difícil e pode levar-vos à obtenção de grandes elogios. Não é que estejamos sempre á espera que elogiem tudo o que preparamos...mas congratulamo-nos quando nos dizem..."Bravo! Muito Bom...". o segredo é só adicionarmos ingredientes secos e macerá-los o tempo que quisermos. Estou a lembrar-me de temperos para carnes e peixes...se forem preparados com algum tempo de antecedência, o seu sabor fica mais intenso depois de aplicado!

Ah!!! e as conservas?...aquela polpa de tomate caseira, tão portuguesa...e que faz a diferença num estufado? Sem dúvida umas das preparações que mais gosto...adquiro a matéria prima na altura do ano em que há mais abundância e na qual o preço é mais baixo...e voilá! passo umas boas horas a confeccionar polpa de tomate. Simples de preparar, basta pelar o tomate e submetê-lo a uma cozedura prolongada sem adição de água, porque já por si só é composto essencialmente por água...no final, coloco nos frascos fervidos e adiciono uma pitada de sal, vinagre e terminando com uma camada fina de azeite, que tem a função de proteger a preparação separando a polpa de tomate do O2 que está no cimo. Além de ser uma poupança grande em $$$$, temos sempre a certeza que não tem aditivos sintéticos, nomeadamente colorantes. E, simplesmente está sempre á nossa disposição! Vale a pena...

Gostamos de temperar as saladas com os azeites mais "estranhamente saborosos" que para aí há!..mas não sabemos como são preparados....azeite com sabores! Fácil...é só deixar macerar o sabor que queremos...e temperar. O mesmo de aplica ao vinagre...ahhaha! o vinagre de maçã-...é ótimo, e é um pouco difícil de preparar. Mas é tão diferente do de compra. O sabor, o aroma e até a cor! Já preparei uma vez...quando trouxe imensas maçãs de casa da minha mãe. O tempo de preparação é longo (cerca de 2 meses), e o vinho tem de ser de boa qualidade e branco, claro!

Também gosto de preparar  leite condensado...utilizo sempre que preciso, e posso manipular a quantidade de açúcar que quero...isto é, consigo um leite condensado light, medianamente açucarado ou o normal!...o segredo não está bem guardado nem inventei nenhuma receita, basta pesquisar no google...

Por fim, também me atrevo a preparar o fermento caseiro...incrivelmente mais barato do que o comercial, tem a particularidade de ter um efeito mais forte e mais esfusiante do que os outros. As matérias primas são usadas imensamente na cozinha...basta fazer a combinação: Farinha de arroz, bicarbonato de sódio e amido de milho. 

Há, por certo outras dicas que merecem ser divulgadas...quando eu souber mais registo-as aqui no meu blog !...por agora,
Gi Dinis     






terça-feira, 23 de junho de 2015

I & D...--Assado de carnes com maçã!...


















Viva,

A semana  planeada com todos os afazeres, as horas dedicadas ao estudo, à família, e ás distracções!..e dedicação familiar fazem parte da maioria  das agendas de todos aqueles que se preocupam realmente  com o seu bem estar e o dos seus familiares...Assim sou eu (também!). E por isso,  sempre que posso dedico um pouquinho do meu tempo e tento surpreender (?)os que comigo coabitam com o que mais gosto de fazer...Ontem, resolvi experimentar um assado de carnes  com  maçãs golden. Gostámos do resultado! 

Uma preparação super simples, que se resume a dois pedaços de carne distintas, uma é branca e a outra vermelha, assadas no mesmo molho. A maça que complementou a receita foi apenas lavada e retirados os caroços. Reti a casca porque achei que iria ficar crocante no fim de assada...e assim foi! A maciez do miolo da maça esteve em harmonia  com a carne suculenta, contrastando estas com a crocância da casca da maça. Adicionei um arroz porque há sempre um cantinho em qualquer travessa onde caiba um pouquinho de arroz branco. A salada que completou a refeição foi temperada com um molho vinagreta.

Sobre o tempero do assado...nada mais simples do que uma combinação de sal, alho, pimentas rosa, preta e branca, óleo, piri-piri, mostarda e como gosto sempre...uma gota de vinagre!

Assado de carnes com maçã, serve como refeição ligeira ou como refeição requintada se forem adicionados todos os ingredientes que aqui registei. Como já tive oportunidade de dizer..não tenho o propósito de vos informar pormenorizadamente as receitas que preparo,,,prefiro descrevê-las sucintamente e dar mais ênfase a outras características que considero mais relevantes.

Até já!..
Gi Dinis






domingo, 21 de junho de 2015

Informação.... Sensorialmente Aprovado!


















             
                 
               
         
                                                                                                       
                                             

                                                                             

Viva......

O melhor que puder e souber...sempre com uma boa refeição por perto! É uma condição essencial para que nos sintamos mais confortáveis e confiantes no nosso dia a dia, mesmo sabendo que até só nos apetece uma simples peça de fruta, um iogurte, ou um quadradinho de chocolate belga...porque deste modo estabelecemos uma relação de confiança entre o nosso estado físico e mental, porque sabemos que se nos apetecer algo para comer que seja  mais elaborado, não necessitamos de grande esforço...porque está á mão sempre que quisermos. Sensorialmente aprovado!...por técnicas simples, que nos provocam uma reacção muito clara daquilo que estamos a ver, a saborear ou a tocar! São as chamadas técnicas sensoriais.


Advêm de um conjunto de sensações/reacções desencadeadas ao nível dos sentidos do gosto, da visão e do olfacto. São reacções químicas enzimáticas que alteram o nosso estado quando nos deparamos com uma imagem boa ou má que nos faz reagir positivamente ou não. Neste caso...boa! Por esta razão diz o povo que "faz crescer água na boca". Porque o que se detém à nossa frente tem uma imagem apelativa, desencadeia uma reacção de apetência, logo os sentidos mais apurados despertam instantaneamente começando logo todos os processos químicos inerentes.  Em traços gerais e no caso da visão, há uma transmissão de imagem desde a retina, passando pelo nervo óptico até atingir a zona cerebral específica. No caso do paladar, existe um nervo específico chamado trigeminal que leva ou transmite a sensação através de impulsos eléctricos desde a zona bucal até ao cérebro. Claro que é um modo de dizer muito simples...

Para além destas formas existem todas aquelas regras que criam e decidem a viabilidade de um dado produto alimentar. Têm características técnicas muito especificas e diferenciadas sendo aplicadas por pessoas ligadas à area alimentar. Denominam-se provas sensoriais e são actualmente um dos métodos de marketing alimentar mais utilizados bem como um dos factores de decisão de lançamento de um produto.

Para o efeito, existem provas de várias ordens que permitem, de alguma forma a participação de vários tipos de público alvo (target), aquele que está especializado e formado em contribuir assertivamente na decisão do estudo do novo produto e o outro que apenas tem um papel meramente activo no sentido de participar na degustação. A este tipo de público, geralmente é-lhe fornecido uma prova cega em que não têm conhecimento do alimento que estão a degustar, outra prova mais conclusiva relaciona-se com o agrado do produto alimentar  em que  o objectivo é exprimir o seu agrado ou desagrado, ou então uma prova de preferência que apenas repercute a preferência do produto A em relação ao produto B. Para os habitués destes eventos são postas á disposição mais elementos de avaliação tornando os resultados mais conclusivos, no entanto também fazem outros tipos de provas. 

Além de serem feitas em ambientes próprios para especializados na área , também são realizadas actualmente, em estabelecimentos criados para o  efeito...no nosso país existem na cidade de Lisboa e Porto e instalaram-se há mais tempo nas grandes cidades mundiais onde o tráfego de pessoas é muito elevado, e por conseguinte há maior probabilidade de existir público com características diferentes.

Por aqui, apenas encontro este tipo de estudo de marketing nas grandes superfícies, sendo este feito oralmente, ou seja sem qualquer registo....uma mera prova preferência sem qualquer valor estatístico é a minha opinião. 

Neste âmbito ainda há muitos passos a dar porque cada vez mais se encontram produtos cujo sucesso sobe na pontuação no inicio ou no lançamento mas depois deixa de ser vendável...seja pelo preço, sa qualidade que baixa, a concorrência também é feroz...

Concluo...questionando se adquiririam algum destes produtos que se encontram no cimo da página, qual e porquê?
Ou todos?!?
Gi Dinis
ddd


sexta-feira, 19 de junho de 2015

I & D de Produtos Alimentares...Arroz de Lulas c/ Marisco
















Viva,


Mais um dia.. que passa, quase a fechar a semana!..Em meados de Junho, a Primavera quase a ceder o lugar ao Verão, aquela estação que todos gostamos, só porque nos lembra as férias. É nas férias que temos mais um pouquinho de tempo para cuidarmos melhor dos filhos...e de nós!...de nós tentamos fazer algo mais do que o mínimo..mas do resto da família, temos de guardar mais um tempinho disponível para dedicarmos "aquele carinho materno, que é único e insubstituível---por isso somos ou fomos brindadas pela faculdade natural de podermos ser mães. E, neste contexto gostamos de agradar e agraciar os nossos com as suas refeições predilectas. E assim por ser esta...uma das preferidas do meu filho M. fiz carinhosamente arroz de lulas com marisco.

O prato é simples de confeccionar, por isso é só preciso respeitar a quantidade de lulas e a quantidade de arroz, deixando-o cozer em lume baixinho até ficar seco mas não esfarelado.  Os restantes elementos são condimentos usuais e ingredientes que são utilizados para uma qualquer preparação. O que distingue esta confecção é somente o complemento de marisco frito e salteado em alho e pimentos padrón em cubinhos levemente temperados com umas gotas de piri-piri que normalmente sirvo à parte.

O sabor é naturalmente a característica mais importante depois de realçarmos bem os ingredientes principais, sendo assim convém não nos distrairmos com nada para que tudo saia bem. A temperatura á qual o prato deve ser servido tem influência na apreciação global ...e este deve ser apresentado suficientemente quente porquanto o realce do sabor das lulas com o arroz é mais intenso.

Um dos acompanhamentos mais vulgares entre os portugueses é a de uma salada que inclua uma alface...aqui, além dos "habitués" inclui uns pés de salvia, que considero que liga na perfeição....

...À mesa trincam-se umas tostas barradas com paté de atum, servindo estas como entrada enquanto o arroz vai secando e cozendo. São servidos?
Gi Dinis                                                                                                  

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Informação...E que tal só Aromáticas?



















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Viva,

Com o início da semana de intenso estudo, outros afazeres e o final das aulas,  muitas situações pontuais ainda se encontram pendentes. Sem querer relembrar-me  muito do nº de tarefas que tenho de prontificar, e não tendo muita apetência para outras tarefas não menos entediosas  resolvi, por bem, fazer uma espécie de monólogo no sentido de ficar a dominar melhor o mundo tão bem cheiroso e benéfico de  algumas ervas aromáticas. Porque actualmente existe uma "wave", positiva a meu ver, que defende a utilização e o consumo  de  produtos alimentícios dotados da maior naturalidade possível, isto é sem a adição de grandes concentrações de substâncias sintéticas (felizmente re-começou  esta era), porque paralelamente ao mundo agitadamente tecnológico, se verificou que as tecnologias são exógenas ao corpo humano, porque este ainda está tecnologicamente imutável desde há muitos séculos...não obstante, de se reconhecer que os nós cegos e transtornos que lhe vamos impondo com os desarranjos alimentares com os quais o nutrimos e o alimentamos. Estas acções têm somente a finalidade de alcançar a saciedade de um qualquer food map-mind. Quer queiramos  quer não, o objectivo final de toda a nossa vontade é tão somente esta. Então, se assim é...tentemos pelo menos minimizar os efeitos nefastos, adversos que em alguns casos, exagerados ou não, que poderão colmatar ou regredir esta situação. Um exemplo deste cenário, tão complexo que é a redução do consumo diário  de substâncias sobejamente conhecidas como "mortais"..mas se moderadamente ingeridas até são benéficas..."é o consumo de ervas aromáticas em substituição do sal ou outros condimentos realçantes de sabor. Poderão ser cultivadas numa horta, num vaso da varanda ou da janela, ou mesmo em estufa se quisermos utilizá-las frescas todo o ano. Porém, há quem as utilize como secas...assim perdem um pouco em sabor, mas têm a particularidade de ornamentar os nossos pratos sempre que for necessário porque estão sempre disponíveis! Ultimamente, tenho-as encontrado na congelação de muitas superfícies comerciais...loll...não recomendo, porque ficam queimadas com a temperatura tão baixa, logo não apresentam qualidade para serem incluídas em qualquer preparação culinária, a não ser em sopas ou qualquer preparação que não exiga rigor algum.

Com este propósito, destacaria o uso moderado ( porque tudo tem de ser tomado moderadamente) de aditivos naturais, que bem contribuem para o equilíbrio do organismo através do seu metabolismo. No leque de  aditivos naturais incluo as ervas naturais e os químicos que naturalmente fazem parte de todas estas substâncias e também aqueles compostos que não sendo do reino Plantae ou Fungi, também os considero como tal, por serem sucedâneos destes. Como exemplo, o ácido tartárico faz parte  de um deles, por ser retirado naturalmente dos fundos da constituição dos vinhos, mais propriamente são os depósitos (fenóis) dos resíduos vínicos que abundam nos tanques da fermentação dos vinhos, aquando da sua preparação. Mas outros exemplos há, não sendo este post o adequado para falar sobre eles...hoje dedico-o ao uso das aromáticas.

Sobre estas botânicas de bem, tenho a melhor impressão....e provavelmente a maioria das pessoas, porque  existe nelas uma preocupação não obstinada sobre tudo o que ingerimos. Assim, e colocando as ervas aromáticas no seu devido lugar e num nível elevado, existem as que apenas temperam e aromatizam , as que têm características conservantes e finalmente há também aquelas cuja função se fixa na decoração. O meu maior propósito é enfatizar as que contribuem para o melhoramento significativo dos pratos alimentícios....destacando desde já a pimenta, a canela, os cominhos, a salvia,  a hortelã, salsa, o cebolinho, e outras que reduzem a utilização de sal e outros aditivos prejudiciais. São ervas aromáticas de elevado valor nutritivo e que contribuem para o melhoramento de qualquer preparação culinária. Além destas ervas aromáticas rasteiras tão úteis, também há outros cheiros (considerados assim no ramo gastronómico) que são folhas de árvores de grande porte, designadamente o louro, e o sabugueiro.Com outra envergadura mais leve, utilizam-se outras plantas como condimentos. O alecrim é um dos exemplos mais utilizados na nossa gastronomia, e por isso mesmo é considerado como sendo um dos condimentos mais apetecíveis. Todas são principalmente utilizadas no preparo de temperos de carnes e peixes, e se bem combinadas poderão ser substituto de uma quantidade de sal. Como eu já abordei aqui o uso do sal, mantenho a minha opinião defendendo que a redução total do sal não é benéfica ao organismo, mas sim uma quantidade suficientemente mínima para realçar o sabor de um qualquer ingrediente, naturalmente com os seus aromas próprios.

Sem qualquer intuito de querer incluir as ervas aromáticas noutras áreas que não são o propósito do blog, posso também distinguir o seu valor quando destas se extrai a sua essência, por destilação. É um processo muito interessante, porquanto o vi acontecer na planta do alecrim. É perfeitamente inacreditável a quantidade de pequenas ou minúsculas bolsas de seiva que cada folhinha de alecrim tem. Daí, mediante processos laboratoriais e com a ajuda de vários reagentes se consegue extrair uma gotinha do aroma da planta...é claro que o aroma, o cheiro dessa gotinha na nossa mão é intensíssimo. Não deixa de ser uma experiência que recomendo vivamente...e também porque este processo se pode estender a muitas outras plantas. 

No aspecto gastronómico, ainda...se pode explorar estas facetas positivas das ervas aromáticas junto dos nossos tão ambicionados clientes...os turistas! Eles adoram saber como foi preparado o manjar que estão a degustar, são ávidos de conhecimentos gastronómicos dos sítios que visitam...uma particularidade a não esquecer!- De salientar que é preferível o uso de ervas autóctones, no sentido de realçar o cultivo ou a espontaneidade de cada uma delas no local que os próprios estão a visitar. Será decerto estabelecida uma empatia positiva, porque a hospitalidade fica mais enriquecida. Neste sentido, não convém a utilização de outras que sejam estranhas no local , ou dá-las a conhecer aos turistas. Será, de todo, um trabalho para de quem habitar nessas paragens.  

Também, as ervas aromáticas são naturalmente protectoras de alguns microrganismos patogénicos que nos são prejudiciais e que connosco competem. Segundo esta publicação http://www.cienciaviva.pt/projectos/inventions2003/cozinhadarwinista.pdf, os efeitos são muito positivos, não correndo o risco de nos encharcarmos em aditivos sintéticos, mais baratos mas  preparados laboratorialmente. Por último, a lavagem das ervas aromáticas é crucial, na medida em que estas são regadas com águas de poços ou de outras proveniências que poderão estar contaminadas com outros patogénicos, contaminando-nos  estes se não procedermos com todos o cuidado e regras. 

Uma curiosidade...sabiam que a culinária á base de ervas aromáticas é designada como culinária Darwinista?
Gi Dinis


Leva alguns Malabares, 
que tomou Per força das que o Samorim mandara
 Quando os presos feitores lhe tornou;
 Leva pimenta ardente, que comprara;
 A seca flor de Banda não ficou;
 A noz e negro cravo, que fez clara
 A nova ilha Maluca, co a canela
 Com que Ceilão é rica, ilustra e bela 

in “Os Lusíadas”, canto IX 

domingo, 14 de junho de 2015

I & D...de Produtos Alimentares!.. Hambuguer, Hamburgo, Hamburguesa!



Viva!

E felizmente me encontro... sempre a procurar novas formas de apresentação e de combinações dos alimentos. Sempre a procurar novos formatos, novos modos, novas combinações de macronutrientes para tentar modificar, inovar e acima de tudo conjugar e diferenciar a apresentação da produção dos alimentos, que não é mais do que um "jogo de sabores, de cores e de formatos. E gosto imenso de o fazer, por isso o faço!

 No fundo, este processo é resumidamente são junções de macronutrientes, que umas vezes resultam na perfeição, outras nem tanto e também aquelas que são meras ideias de testes no sentido de percebermos que determinados alimentos utilizados como ingredientes não poderão ser adicionados conjuntamente porque...não são sensorialmente apelativos, não conjugam bem no final da preparação, não são suficientemente atractivos do ponto de vista do sentido do gosto, não reúnem a qualidade necessária para serem produtos viáveis e de confiança...enfim não são produtos nos quais vale a pena apostar!..E, actualemte, há muitos episódios destes que depressa se esfumam ou não resistem à forte exigência dos entendidos nestes assuntos. Sim, porque quem decide a viabilidade de um novo produto alimentar, não é um qualquer consumidor mas sim um target definido, com conhecimentos muito específicos no mercado definido do produto alimentar,  ou com condições maioritariamente especiais, designadamente, económicas e sensoriais...pelo menos por cá, pelo "nosso Portugal"...e mesmo assim..nada é garantido, uma vez que que o lançamento de um produto alimentar deve ser feito no espaço de tempo oportuno, isto é próximo de uma "saison" importante para o painel de futuros consumidores, ex: Natal, início de uma estação do ano propícia para o consumo do produto. A campanha de marketing é importante..mas não dita o seu sucesso. No meu entender, o que vaticina o sucesso do produto é tão somente a sua qualidade, aliada ao preço e a utilidade do mesmo na faixa etária ou classe social para a qual ele é direccionado.

Assim, aconteceu com o hamburguer! Uma carne picada, sem condimentos especiais, consumida inicialmente por uma franja de trabalhadores de áduo trabalho no centro da Europa. Primeiro alemão, depois passou o continente europeu e sabiamente o modo de fabrico passou fronteiras marítimas indo instalar-se nos EUA tendo paulatinamente sendo introduzido nos hábitos alimentares de imensos países dos 5 continentes. Lá, nos EUA,  foi arduamente trabalhado no seu  rigor técnico, acopolando características particulares, sendo estas evidenciadas  nas camapanhas de marketing  por quem o soube fazer. Para uma melhor incrementação no gigantesco mercado americano, foi criado um cenário apetecível e sensorialmente melhorado  à volta da simples rodela de carne picada, aliando-se uma bebida brutalmete calórica, mas reconfortante no momento do consumo do hamburguer - estava lançado um dos maiores sucessos alimentares de sempre...pelo menos até há relativamente pouco tempo. A partir daqui, e perante um nº tão grande de consumidores, foram introduzidas versões do produto original (com cebola, piri-piri, com pão X, com molho Y), no sentido de captar mais público (target) potencialmente consumidor...sempre aquele consumidor  apressado, sem tempo para grandes culinárias, sem grandes aspirações de alimentação de grande qualidade, e acima de tudo com uma postura de produção caseira sem grandes exigências de equilibrio alimentar  para si ou para a sua família. Este período ainda vigora, mas de forma mais moderada, porque devido a estudos efectuados lá, foram  postos a descobertos os malefícios do consumo exagerado dos ingredientes que compõem tão famoso menú. No entanto, como a força e os interesses económicos são tão gigantescos neste sector, já foram alteradas as formulações de algumas versões comercializadas em determinados países, incluindo nos seus processos de fabrico produtos de âmbito local, no sentido de captar mais simpatia, mais hospitalidade e naturalmente um maior interesse económico no sentido de minorar os custos de comercialização. E pronto!...mundialmente,  foi implantado um produto alimentar sem grande precisão de matérias- primas, com um nível de processamento básico (acessível ao comum dos mortais), e altamente rentável...no entanto, pode ter consequências menos positivas na saúde dos consumidores, devido ao trituramento do ingrediente principal. Este factor que aparentemente não é muito nefasto, toma proporções sérias quando é processado muito antes do seu consumo, e quando é sujeito a condições de conservação tanto de congelação como de refrigeração. Este facto acontece porque a carga microbiana existente (existe sempre!), é aumentada exponencialmente devido ao esmiuçamento integral do ingrediente, carne. Claro que, apesar de se saber todas estas negatividades do produto alimentar, e de se constatar  o seu consumo mais moderado em determinados países, é um produto que continua a suscitar procura...devido á facilidade com que é consumido. Nos meus hábitos de  consumo, faço-o sempre necessito de recorrer a um processamento culinário que inclua e envolva o aproveitamento de carne que de outro modo não seria aceitável por parte do meu target :-)).

Por estas razões, me coube a incumbência de tentar alterar, a vista sensorial do habitual hamburguer! Assim, e para não desperdiçar uns pedaçinhos de carne, resolvi preparar esta forma de hamburguer, que  não sendo nenhuma criação, é uma forma mais airosa e mais simples de o  servir. Numa forma camuflada e de pequenas dimensões, aliei o tradicional hamburguer ao fiambre, enrolando tudo em massa folhada caseira pincelada com um pouco de ovo e água. Ficou agradável...com uma decoração simples á semelhança do conteúdo! Decerto é bom saber que a preparação do hamburguer é antecipada da cozedura integral da massa folhada no forno. Como complemento, optei por uma salada mista e um pouco de arroz branco solto (arroz substância). Igualmente, poderei adaptar este formato a outros ingredientes que não o fiambre...queijo, espinafre e outras conjugações interessantes.

Nem sempre, nem nunca!...Há vantagens e desvantagens, porque nada vale por si só.
- Una hamburguesa, por fabor!
Gi Dinis

Informação...O PODER... da Nossa Escolha Alimentar!















Viva...

Um video TED X para ver,e refletir

É benéfico conhecer outras opiniões, algumas diferentes das nossas que muitas vezes nos fazem pensar que somos constituidos  pelos mesmos macronutrientes, dispostos de igual forma e do mesmo modo, com os mesmos metabolismos. Só não temos todos a mesma genética..e por força, ou imposição  da nossa pequenez, da nossa inercia em não nos preocuparmos muito com o que ingerimos...corremos o risco de  estarmos a criar cidadãos mal formados em alimentação saudável, economia sustentável e um dos maiores riscos no aparecimento de doenças desde sempre...

Por estas razões e em nome do nosso bem estar e da saúde humana...convido a  ver este vídeo.

Trata-se de um alerta, de uma desmistificação sobre o modo como estamos a conduzir a economia alimentar em função do que ingerimos!... Porque não basta termos as enzimas do aparelho digestivo a funcionar, porque a alimentação humana actualmente não  nos conduz a médio e longo prazo a objectivos saudáveis traduzidos em maior bem estar e prolongamento do tempo de vida, e acima de tudo, devido á inclusão desmedida de alimentos produzidos quimicamente em laboratório, que por serem mais rápidos de produzir e de custo mais baixo...nos irão condicionar a saúde a curto prazo, sabendo-se já de antemão que facilmente irá fazer constar na carga genética que iremos doar aos nossos descendentes.

Além destas propostas, convém realçar que no presente, as implicações de uma má alimentação podem  ser percentualmee mais negativas do que  positivas, no sentido de poderem condicionar as acções imediatas...tais como menor rendimento da actividade laboral devido á ingestão de alimentos menos naturais, implicando por isso uma concentração na actividade profissional mais desvirtuada implicando uma menor taxa de desempenho. Os aspectos positivos são somente o menor custo dos alimentos considerados cono tal, sabendo-se à partida (depois de tantos estudos e de tantas conclusões sobre o comportamento dos macronutrientes e dos micronutrientes nas diversas formas de conservação), que não são uma opção sustentável. É pena, que muitas vezes se tenha de recorrer a esta forma de alimentação...mas perante a conjuntura económica mundial, existe e permanece o conceito de que a poupança no dominio da economia doméstica passa pela adopção de hábitos e costumes menos correctos....não, é só na casa dos outros! na minha também acontece...frequentemente!..tento contrariar estas atitudes, não sendo na maioria das vezes bem sucedida, uma vez que as atitudes da área alimentar da faixa etária das pessoas que cuido são altamente influenciadas pelas acções daqueles que também fazem parte da vida deles!...ou seja o meio onde passam a maioria do tempo diário. no sentido de minorar este tipo de situações, preparo o velho lanchinho escolar, não por desejar uma poupança a todo o custo, mas considero que também é um factor importante...mas porque condiciono mais facilmente o acesso e a vontade de saciar a fome dos meus descendentes  à não ingestão de produtos doces e sem qualidade, promovendo também o sentido  da responsabilidade de não originar situações de risco a nível económico com consequências nefastas, penso eu!

É comumente dito e bem por quem sabe destes assuntos que "se tivermos 30% de cabeça, 40% de alimentos saudáveis e 30% de boa carga genética"..poderemos ter uma vida melhor"...concordo!
Gi Dinis

domingo, 7 de junho de 2015

I & D...de Produtos Alimentares...Tarte Merengada de Citrinos e Silvestres






















Viva!

A tarte que apresento é uma versão da tarte de leite condensado com limão  que muitas de vós já conhecem...Não é novidade, mas é sempre uma das sobremesas que é fácil de preparar porque apenas basta juntar ao leite condensado umas gemas batidas e um pouco de raspa e sumo de limão. A massa envolvente poderá ser areada ou somente de bolacha, e a cobertura é o aproveitamento das claras que se utilizaram para o recheio. Por considerar a tarte muito singular no sabor, resolvi adicionar uns frutos silvestres esmagados...não muitos mas decidi que uns medronhos seriam uma boa opção. Gostei do resultado...

Sobre a massa envolvente apenas processei uma simples massa de bolacha que utilizo como receita base de bolachas de manteiga. Aqui, adiciono o dobro da farinha à quantidade de açúcar e manteiga e ligo a massa resultante com um ovo inteiro batido...nada mais simples. O modo de cozedura é o habitual para este tipo de massa e o tempo é controlado no sentido de não deixar a massa crua--mas não muito cozida, sob pena de se tornar com uma textura muito rija e difícil de trincar. No entanto, teremos de ter em conta que uma massa mal cozida é sinónimo de haver maior probabilidade de se estragar mais facilmente devido à  exposição ao meio ambiente, supostamente à humidade do ar. Consequentemente, os alimentos com muita humidade têm uma shelf life mais curta...porque ficam moles, porque há maior propensão ao aparecimento de bolores, neste caso. 

Como faço sempre...:-), utilizo uma gota de ácido acético ou etanóico, o vulgo  vinagre, para colmatar algum erro de cozedura no sentido de baixar o ph do alimento para um valor menos susceptível de aparecimento de bolores...segundo o que tenho abordado nas aulas do meu curso, os bolores proliferam em ambientes cujo ph ronda os 6, sendo por isso um valor baixo de ph ácido. Tento evitar que  essa situação se instale no alimento que processo.  Sobre outras prevenções não lhes dedico grande enfase, até porque não vejo grande razão para o fazer...porque alimentos inócuos não existem!...basta uma leve exposição à temperatura ambiente e sem resguardo!...o principal é não deixar ou permitir, ou melhor tentar reduzir a carga microbiana, sempre se possível com aditivos ou produtos  naturais. 

É assim que eu faço!
Gi Dinis












Informação...Food Mind-Map!.....

















Viva...


A terminar mais uma semana, repleta de afazeres, de compromissos, de deveres e de obrigações. Sempre com o intuito de que melhoramos a cada dia que passa...e que deixamos para trás as tarefas que julgamos cumpridas. É esta a percepção que a maioria das pessoas têm quando terminam a tarefa  que lhes foi distribuída e com a qual se vêm obrigadas, de uma forma ou de outra, a resolver..solucionar, levar a cabo...

Mas, por vezes assim não é!..Temos a percepção de que tudo foi cumprido, integralmente...mas depois detectamos erros e falhas que nos foram imputadas ou mesmo que detectámos mais tarde,  que de uma forma ou de outra tentamos colmatar...


É precisamente sobre estes episódios, estas situações que actualmente são comuns a inúmeras pessoas, que me dei ao trabalho de andar a ler, pesquisar, entender, procurar respostas...E, poderei não estar totalmente certa, mas encontrei algumas informações sobre estes assuntos que considero estarem relacionados com estas vivências! Podem não estar totalmente correctos..não sei!, não sou especialista nestes assuntos...apenas uma curiosa, que tem vontade própria em saber mais um pouco todos os dias..sobre o efeito dos alimentos no nosso organismo! Já me apelidaram e rotularam com palavras menos correctas, interjeições que nem irei levar a sério...só de uma forma brejeira! porque apenas posso considerar de quem o fez, ou faz  não é capaz de ser, ou fazer melhor. Mas se eu estiver enganada...tanto melhor!..Mais uma lição de vida, é para isso que por cá andamos........

Começando então, pelo título  sugestivo do post "Food Map-Mind"...parece-me ser exactamente o que tentamos perceber sobre os efeitos da nossa alimentação no organismo. Porque nos sentimos indispostos depois de ingerirmos determinados alimentos, porque sentimos uma vontade alucinante de ingerir determinado alimento, ex: Chocolate, manteiga, algum tipo de biscoitos...porque queremos e favorecemos a  ingestão  de determinados alimentos em detrimento de outros!...são opções que tomamos mediante o Food Mind- Map que desenhamos no nosso cérebro. Contudo, este conceito não me parece ser apreciado, nem evidenciado por todas as pessoas, e por isso poderão pensar que é apenas mais uma "New Wave"...mas segundo algumas leituras que fiz, não são.

A alimentação que praticamos, está intimamente relacionada com o meio ambiente onde nos inserimos, é sugestionada por terceiros e pela nossa carga genética, e consegue até limitar-nos ou condicionarmos o nosso modo de ser. Explicando melhor...o ambiente influencia!..no caso das condições atmosféricas serem adversas ao conforto pessoal, tentamos colmatar esta "grip" com algo que nos conforte, nos faça sentir melhor, mais confortável. No caso genético, temos aquela aptência, mesmo que envergonhada ou escondida de algum alimento que é igualmente apreciado por um dos nossos progenitores...gostamos igualmente de experimentar um "canned food" que alguém nos recomendou, um "tinned food"...mesmo sabendo que é tão pouco saudável. Algumas vezes, até conseguimos imitar a alimentação  daquela pessoa que admiramos, nem sabemos bem porquê! Criticamos a sua postura, mas reparamos que tem uma boa figura, que deve ter alguma preocupação com a alimentação, com o seu modo de vida..Porque todas estas informações se vão concentrando no nosso cerebro..prontas a serem despoletadas sempre que forem necessárias para uma justificação sobre a nossa acção!

Assim...vamos! Sob uma incessante vontade de ter tudo isto presente no nosso cérebro, desenhamos um estratagema que nos oriente a nossa alimentação! Se não o desenharmos correctamente caímos na desgraça de comermos repetidamente biscoitos que contêm substâncias viciantes, aspartamo por exemplo. Também, por força da vida alucinante que actualmente se leva, corremos o risco de ingerirmos uma quantidade exagerada de junk food, processed food que em nada beneficia a saúde. Porque, sabe-se que a comida processada tem vantagem por um lado, mas prejudica em muitos outros, nomeadamente porque já está pronta a consumir...mas foi parcialmente inibida enzimaticamente, contém aditivos provavelmente artificiais ou sintéticos que provocam irritabilidade, fazem acumular energia em demasia sob diversas formas nos tecidos adiposos..não se pense que só os lípidos contêm a gordura que é acumulada, não! os hidratos de carbono também se transformam em glicerol, sendo acumulada como sendo gordura!..Uma boa dose de exercício físico também é conveniente para quem tenha uma vida sedentária, dizem os especialistas em nutrição, os personal treinners, e outros especialistas da saúde humana, que não eu.

Uma boa atitude  face a todos estes desafios alimentares e postura correcta, levar-nos-á perto daquilo que ambicionamos, nomeadamente a uma satisfação pessoal de modo a encararmos melhor as nossas falhas e os nossos sucessos...e a admitir OS DOS OUTROS!

Parece que faço isto tudo!!!loll...não faço, mas gostaria! esforço-me por cumprir o meu food map-mind ( gosto de ouvir quem o faça :-)), ..mas nem sempre o consigo,
Gi Dinis











quinta-feira, 4 de junho de 2015

Informação... Simplesmente Chocolate!
















                                                                           
Resultado de imagem para chocolate

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Viva...

Hoje, amanhã e todos os dias da vida com...chocolate! É sempre benvindo em qualquer ocasião, podendo até substituir uma refeição ligeira. A forma como é apresentado ao grande público é variada, indo desde a barra propriamente dita, passando por um gostoso bolo até ao chocolate quente. Originalmente do fruto do cacaueiro, existe praticamente em todos os continentes, sendo o de origem africana (Gana) o de melhor qualidade. O sabor, a textura, a consistência e a cremosidade ... é variado e há para todos os gostos!  Todas estas características estão relacionadas com a origem do fruto. Este necessita de uma boa exposição solar, uma pausada secagem e um moagem adequada. O melhor é sem dúvida o belga. E, é p maior importador de chocolate do mundo. 

Mas, para se obter um bom trabalho de chocolate são  necessários alguns requisitos que podem fazer a diferença entre obter um bom resultado e ter no final um produto que não seja de todo aliciante. Para isso, a exigência tem de ser grande e rigorosa, pois quantas vezes se  preparamos um bolo e quer emos uma cobertura com textura fina, brilhante e saborosa e o que nos deparamos no final é uma cobertura mole, sem brilho, cheia de grumos e acima de tudo sem aquele sabor inconfundível do bom chocolate. Primeiro, a escolha é um bom chocolate...que nos ofereça confiança, que nos faça acreditar que tudo irá sair tal e qual como idealizamos (teoricamente!). Depois é seguir todo o processo que a receita nos indicar, não esquecendo que a matéria- prima que estamos a trabalhar é sensível, não admite por isso grandes erros e que por conseguinte se os praticarmos...o processo é irreversível, ou seja...não há volta a dar!..lixo!!!!

Então, para obtermos um bom chocolate derretido, devemos fazê-lo em banho maria, até que o mesmo atinja uma temperatura de 45ºC. No fim de o repousarmos uns minutos, deve ser colocado com uma espátula e com cuidado sobre a bancada da cozinha previamente bem limpa em movimentos bem suaves no sentido horizontal. Deixamos arrefecer uns minutinhos e começa-se a trabalhar o chocolate de forma a não espalhar muito para que a temperatura se conserve. Vai-se notar que fica mais espesso, mais grosso. Aplica-se onde queremos e no final quando estiver mais frio e sem utilização poderemos guardar no frio. se optarmos por outro tipo de trabalho....o procedimento inicial é o mesmo, mudando só a forma como queremos apresentar o nosso chocolate...só, ganache, um molho fino de chocolate amanteigado  para servir com uma fruta fresca, um chantilly ou uma nata simplesmente batida e azeda....Também, poderemos optar por querer trabalhar o chocolate de forma sólida...para isso levar-se-á ao congelador e quando estiver bem geladinho mas sem gelo..esculpimos em farrapos ou sulcamos como quisermos! É sempre bom sabermos estas dicas...

Sobre o chocolate há ainda algumas considerações a saber...se derreter á temperatura ambiente...vai notar-se umas manchas esbranquiçadas á superfície..não se preocupe não está estragado! é apenas a manteiga de cacau que se separou da pasta do cacau, pode utilizar seguramente! Também, no caso de se aperceber que se soltam alguns grãoszinhos de chocolate, pode utilizar em segurança...foi apenas uma alteração de temperatura no sentido descendente que provocou a agregação da manteiga, deixando alguns espaços (),...não pense que o chocolate ganha humidade...porque é seguramente um um dos alimentos mais secos!,,,por isso é difícil adquirir larvas de um qualquer bicho. Quanto á carga microbiana,,,só mesmo a que traz de origem!

~Será esta a imagem que inicialmente lhe veio á cabeça?...Aproveite, então!

                                         Resultado de imagem para chocolates
                                                                                 Gi Dinis