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domingo, 20 de março de 2016

Informação....Quando a boca se cala, o corpo grita!








  Viva... 

O fim do fim de semana ainda com um pouco de chuva e frio remete-nos ao aconchego do lar, ao pijaminha quentinho e confortável e indubitavelmente a umas comidinhas mais ligeiras e fáceis de preparar. É assim que acontece com inúmeras pessoas que têm a semana muito preenchida, seja com estudos, trabalhos
 ou outros afazeres. 

E por estas razões, preferem comprar os produtos alimentares já muito processados..aqueles que designamos por 4ª e 5ª gama. Eu acredito e concordo que estes produtos podem de alguma modo minimizar e aligeirar o trabalho do fim de semana de algumas pessoas, mas também podem proporcionar aquilo a que chamamas negligência alimentar na medida em que aparentemente serão apelativos, isto é têm um preço acessível, têm um aspecto sensorial apetecível e são do nosso agrado. Nada melhor do que isto! 


E "step by step" entra-se no ritmo de não idealizarmos e processarmos  aquilo que devemos comer simplesmente porque temos á distância de um clic tudo o que precisamos em troca de uns euros e uma mão cheia produtos alimentares. Não quero dizer que os produtos alimentares já processados sejam muito baratos..mas decerto que são acessíveis à maioria da população....que pouco se preocupa em ingerir bons produtos. Bons produtos não são aqueles que são rotulados pela grande marca "A" ou pela pequena marca "B"...bons produtos alimentares são aqueles que são seguros e nos quais confiamos e  a confiança está estritamente ligada á segurança...O grande problema reside em decidir e  percepcionar este 
grande binómio,   porque o risco zero na confecção alimentar não existe em qualquer produção alimentar. O que existe sim,  são técnicas e regras estipuladas por organizações governamentais na maioria dos países, obedecendo estas a um código de conduta internacional redigido pela FAO denominado Codex Alimentarius, no qual estão estabelecidas regras e práticas alimentares que  devem ser obedecidas  pelas entidades que se dedicam ao processamento  de alimentos. E porque a economia alimentar não é passível de ser corrompida todos os intervenientes do respectivo processamento deverão ser leais com o consumidor final. Para além desta questão ainda existe outra que está intimamente relacionada com cada um de nós. Revela-se na capacidade metabólica que cada pessoa tem para consumir determinado alimento, ou seja, o alimento que para mim pode ser benéfico ou não prejudicial poderá ser altamente intolerante para outra pessoa....mas como alguns de nós insistimos em não valorizar algumas queixas respeitantes ao consumo de "x" ou de "y"...atribuimos o mal estar ao tempo, a uma indisposição qualquer, ao cansaço da semana de trabalho, a um problema que nem sabemos explicar muito bem! Mas por vezes, a causa que poderá estar relacionada com alguma substância que ingerimos inadvertidamente, sem sabermos  que somos intolerantes, ou porque simplesmente porque sim. E, mais cedo ou mais tarde...o organismo dá o sinal através de sintomas sinalizados através de  análises, exames, ou outros meios de diagnóstico mais precisos. 

- Então não podemos comer nada!!!! - Não, temos de nos alimentar, á medida que necessitamos e equilibradamente ou de acordo com o que nos faz sentir bem, porque o organismo admite excessos, restabelecendo o equilibrio sempre que o pode fazer...tendo o seu limite de resistência.

Por estas razões, é importante para o nosso bem estar  estipular e planear  o que vamos comer durante a semana, organizar melhor as refeições das nossas crianças (muitas  vezes conseguem-se refeições do seu agrado com  custos baixos, basta elaborar de uma forma engraçada), e acima de tudo referenciar e considerar locais onde a nossa confiança alimentar esteja patente,

Porque quando não prestamos atenção a estes pontos e nos limitamos a ingerir somente o que é pratico, ligeiro e fácil de obter é o mesmo que dizer...


.Quando a boca se cala, o corpo grita!
-( Não) me agradaGi Dinis








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