

Viva,
Sempre da melhor forma que puder, quiser... souber e...conseguir!
Eu sigo esta velha máxima sempre que posso, consigo e quero. E por ter estas três opções faço uma jigajoga no sentido de melhorar sempre o meu estilo de vida, a minha forma de estar, no sentido de a melhorar qualitativa e quantitativamente. Não é fácil...mas com perseverança e resiliência cá vou em modo slowly ;-)...(porque tem de ser!!!!!), alcançando os meus objectivos mais imediatos e mais urgentes, não descurando de modo algum as metas que pretendo alcançar no futuro prochaine! E porque a vida é o que vivemos no presente cabe-me a mim na qualidade de profissional das artes e facetas culinárias...acompanhar, relembrar e inovar naquela que é, por excelência uma das profissões mais "in" no momento, porque por este mundo fora existem milhões de pessoas que também o fazem...e bem!...deixando por isso o testemunho do seu trabalho, por vezes árduo, ás gerações vindouras. Exemplo bem vivo no panorama gastronómico português é o caso do tradicional arroz doce, que embora varie um pouco ao longo da zona do país, no que respeita à incorporação de gemas de ovos, é também adaptado um pouco ao jeito e gosto de cada pessoa, no que respeita á cremosidade alcançada, ao seu grau brixº ( quantidade de açucar).convém notar que há zonas do país onde o leite era substituído por água!...não percebo porquê, mas deduzo que deverá ser por razões de ordem económica apenas. Enfim, umas alterações aqui e ali mas o resultado final era sempre um arroz doce cozido aromatizado com zeste de limão (zeste é o vidrado do limão que quando é pressionado solta o aroma maravilhoso que todos conhecemos...limão ou limonete)e polvilhado com canela em pó. Até há bem pouco tempo era assim! O arroz doce das nossas avós, das nossas mães...que decorava a mesa de Natal, e era umas das sobremesas obrigatórias nos aniversários!...Recordo todos estes cenários, com carinho por serem proporcionados pela minha avó paterna que tinha o dom excepcional de preparar o arroz doce com uma mestria inigualável. Já a minha mãe, prepara o arroz doce de uma forma particular, conferindo-lhe uma textura com características diferentes no sentido de tornar mais rijo e mais consistente o produto final...são modos, técnicas interiorizadas ao longo de vários anos...
Mas, porque o mundo gira a todo o instante, torna-se imperioso na sociedade moderna em que estamos inseridos recordar o que de melhor aprendemos e experimentar novos processos de manufaturação no sentido de alcançar mais mas e melhores resultados. Não é assim?...Para que tudo isto aconteça e se processe, há que saber desenvolver paulatinamente o que pretendemos alcançar....estragando, inadvertidamente por vezes alguns ingredientes, alterando e recombinando outros e mesmo inovando com algumas matérias primas em quantidade e afinidades :-))))...VERDADE!!!!
É mesmo assim...e quem não pensar deste modo , estará sem dúvida condenado á inércia, á chatura :-))), de manter sempre e preservar os mesmos hábitos, os mesmos gostos, os emsmos sabores, os mesmos aromas, ...sem ter o prazer e o hedonismo de poder ter acesso a novas sensações sensoriais de novos produtos alimentares, porque a explosão de novos produtos alimentares não tardará. Nesse sentido, apresento hoje as diferentes facetas do Arroz Doce tal como foi criado (em 2015 dediquei um post ao arroz doce da minha Vóvó, e que também é o meu...ás vezes!). um arroz doce produzido com alguma dose de doçura extra traduzida na forma decorativa e o arroz doce que poderá ser apelidado como uma versão tecnológica, uma vez que é formulado em princípios inovadores tanto em algumas performances finais como na adição de matérias primas específicas que lhe conferem precisamente o carácter inovador da cozinha molecular.
O primeiro é referenciado como o arroz doce das nossas vidas...tranquilo! sem objecção .-), o segundo tem o toque particular da textura cremosa conseguida com a fervura ténue mas forte ao mesmo tempo do leite meio gordo combinado com a colherada certa da manteiga verdadeira, o terceiro é tudo o que o primeiro e o segundo têm...mas, assertivamente é decorado com um merengue queimado combinado com uma pitada leve de canela e uma coloração centrada num leve apontamento de fruta cristalizada. E o último?? Este contém os truques dos dois primeiros, adicionando uma técnica utilizada pelos experts da cozinha molecular, que de uma forma simples e lógica quimicamente resulta num aglomerado mole por dentro, revestido por uma membrana fina e delicada que é desfeita na boca - como se de uma explosão de arroz doce. Vale a pena experienciar...finalizando o décor com um caramelo fraccionado elaborado com alguma técnica e saber que não são de todo difíceis de processar. Basta preparar um caramelo dourado e simplesmente trabalhá-lo numa folha de papel vegetal untada com um pouco de álcool. O resultado é engraçado, não é?
Espero que apreciem e se experimentarem algum dos meus conceitos ou conselhos lembrem-se de colocarem tudo o são e o que sabem em tudo o que fazem, pois só assim se obtêm bons resultados...sem esquecer que uma dose de "made com <3" é fundamental,
Mas, porque o mundo gira a todo o instante, torna-se imperioso na sociedade moderna em que estamos inseridos recordar o que de melhor aprendemos e experimentar novos processos de manufaturação no sentido de alcançar mais mas e melhores resultados. Não é assim?...Para que tudo isto aconteça e se processe, há que saber desenvolver paulatinamente o que pretendemos alcançar....estragando, inadvertidamente por vezes alguns ingredientes, alterando e recombinando outros e mesmo inovando com algumas matérias primas em quantidade e afinidades :-))))...VERDADE!!!!
É mesmo assim...e quem não pensar deste modo , estará sem dúvida condenado á inércia, á chatura :-))), de manter sempre e preservar os mesmos hábitos, os mesmos gostos, os emsmos sabores, os mesmos aromas, ...sem ter o prazer e o hedonismo de poder ter acesso a novas sensações sensoriais de novos produtos alimentares, porque a explosão de novos produtos alimentares não tardará. Nesse sentido, apresento hoje as diferentes facetas do Arroz Doce tal como foi criado (em 2015 dediquei um post ao arroz doce da minha Vóvó, e que também é o meu...ás vezes!). um arroz doce produzido com alguma dose de doçura extra traduzida na forma decorativa e o arroz doce que poderá ser apelidado como uma versão tecnológica, uma vez que é formulado em princípios inovadores tanto em algumas performances finais como na adição de matérias primas específicas que lhe conferem precisamente o carácter inovador da cozinha molecular.
O primeiro é referenciado como o arroz doce das nossas vidas...tranquilo! sem objecção .-), o segundo tem o toque particular da textura cremosa conseguida com a fervura ténue mas forte ao mesmo tempo do leite meio gordo combinado com a colherada certa da manteiga verdadeira, o terceiro é tudo o que o primeiro e o segundo têm...mas, assertivamente é decorado com um merengue queimado combinado com uma pitada leve de canela e uma coloração centrada num leve apontamento de fruta cristalizada. E o último?? Este contém os truques dos dois primeiros, adicionando uma técnica utilizada pelos experts da cozinha molecular, que de uma forma simples e lógica quimicamente resulta num aglomerado mole por dentro, revestido por uma membrana fina e delicada que é desfeita na boca - como se de uma explosão de arroz doce. Vale a pena experienciar...finalizando o décor com um caramelo fraccionado elaborado com alguma técnica e saber que não são de todo difíceis de processar. Basta preparar um caramelo dourado e simplesmente trabalhá-lo numa folha de papel vegetal untada com um pouco de álcool. O resultado é engraçado, não é?
Espero que apreciem e se experimentarem algum dos meus conceitos ou conselhos lembrem-se de colocarem tudo o são e o que sabem em tudo o que fazem, pois só assim se obtêm bons resultados...sem esquecer que uma dose de "made com <3" é fundamental,
Alors,
| By Gi Dinis |


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