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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Informação...Podemos viver sem os robots de cozinha? Podemos...mas não é a mesma coisa!!















         Viva,


Este fim de semana da melhor forma possível. É o que todos queremos!...Depois de uma semana cheia de afazeres, um dia ou dois mais descansado sabe sempre bem. E se tivermos ajuda melhor, nem que seja de um daqueles robotts que substituem qualquer funcionário. Sim, substituem mesmo!... Para as tarefas e obrigações domésticas existem há muitos anos aquelas máquinas que ajudam a concretizar mais rapidamente as tarefas mais árduas em tempo record e,  sem termos de fazer  um grande esforço. Isto todos nós sabemos!...Porque a única atitude que temos de ter é premir o botão que assinala o "on" e servirmos de guia ou mais simplesmente tomarmos atenção no desenrolar da actividade do robot.  Noutros casos nem precisamos de nos preocupar!...Tudo isto é o resultado e o fruto do avanço tecnológico que nos facilita a vida. E, se por um lado é tão satisfatório, por outro retira-nos a faculdade da experiência, remetendo-nos simplesmente para o lado do " dolce far niente". Bom, sem dúvida...mas não para sempre! Porque...

Primeiro, há que saber fazer sem o recurso a essas máquinas maravilhosas!...Simplesmente, darmos ao trabalho de experienciar manualmente a actividade que posteriormente confiamos ao nosso esplêndido funcionário que se por um lado nos facilita a vida , por outro pode-nos trair involuntariamente porque pode avariar ou quiça faltar a electricidade. Pois é! Exemplificando muito concretamente, sem querer particularizar ...imaginemos esta situação:

Um excelente restaurante é famoso porque serve aos clientes um creme doce ...de crescer água na boca! As características sensoriais (textura, sabor, cor) são de qualidade ímpar e o chef é famoso por conseguir preparar tão bem este doce. Só que, na verdade, não é a sabedoria dele, nem a sua mestria  que conseguem o seu sucesso...é o seu robot! Preparado, programado e automatizado meticulosamente para que  o creme seja confeccionado rapidamente e na perfeição. Excelente ajuda. Mas... um dia,  não houve electricidade!!!! Azar, para todos! Houve outro dia que saltou uma peça do robot e ele não pode funcionar! Houve ainda outro dia que por uma razão ou outra o resultado não foi o esperado porque os ingredientes estavam um pouquinho alterados. Desde já, o cliente não pôde ser servido porque  o chef não sabia preparar o creme manualmente. Este exemplo serve para ilustrar que antes de confiarmos alguma preparação aos maravilhosos robotts de cozinha que deliciam o nosso bem estar, devemos conseguir fazer.A uma velha máxima das minhas avós " O saber não ocupa lugar", eu acrescento "E só nos engrandece".

Ainda no âmbito da culinária, também existem diferenças substanciais entre o  produto acabado num robbot e o produto processado manualmente. E isto prende-se com as forças exercidas em cada actividade, porque obviamente a origem e a intensidade de cada uma delas é diferente. É uma rubrica da física e fácil de perceber no resultado final. Por exemplo, um puré elaborado com um simples passe-vite não tem a textura cremosa e lisa de um puré processado com uma varinha mágica ou com um robbot. Entende-se e vê-se que é diferente. Mas, se nos  facilita a vida processando-o num robbot, por outro lado, o processamento no robbot  retira a autencicidade do puré como sempre o conhecemos.  Por esta razão, é pertinente pergunta: Podemos viver sem um robbot de cozinha?...podemos, mas não é a mesma coisa!...em todos os aspectos.

 No final  é satisfatório  ter um robbot de cozinha...para o que der e vier!
Gi Dinis

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