QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR: * Ideias & Desenvolvimento de Produtos Alimentares *Serviços, Eventos e Workshops *Informação alimentar
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Informação...A comida do Cinema!
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| Viva...
No quentinho ou no conforto do melhor que tiver, puder ou conseguir. Diante deste frio tão gélido, o que nos ocorre é tão sómente ficar diante de algo que nos torne mais confortáveis e mais animados...porque já basta todos os probleminhas da vida e todas as peripécias que vamos tendo ao longo da nossa vivência. É assim!...
E tem de ser..porque nada é mágico ou se resolve em segundos! Nesse sentido, a melhor opção é mesmo ir indo..resolvendo o que para resolver com a cabeça entre as orelhas...loolllll! (esta é do grandioso Sérgio Godinho!) :-)...e da forma que acharmos mais correcta. A este propósito, ás vezes damos conta que uma ida ao cinema poderá dissociar aquela dor de cabeça que um determinado assunto nos anda a causar, ou mesmo nos pode mudar um pouco o humor. Parece-me que que é uma boa opção!
Bem, quando lá chegamos temos logo o impulso de comprar uns snacks gostosos para mastigar enquanto vemos o grande écran que passa o filme que escolhemos para ver. Lá, consertamo-nos na cadeira e vibramos com algumas cenas lógicas, outras mágicas, e também as trágicas. E são precisamente nesses momentos que damos utilidade ao pacote de snacks e à bebida que seguramos nas mãos trémulas e suadas. São momentos de grande nervosismo porque as imagens são fortes e cheias de motivação....Mas, lá estão as pipocas ou as batatas fritas carregadinhas de sal que nos baixam a tensão, nos acalmam...reconfortando-nos inevitavelmente. Porque será que isto acontece??...Pelo que eu andei a ler, são processos quimicos de grande complexidade desenvolvidos nas células do cérebro. Processos esses que necessitam de muita energia fornecida ao sangue pelos hidratos de carbono ao sangue que ingerimos ávidamente..e que num ápice!..nos recompõe! É sempre assim, é ou não é?...pois são esses alimentos "maravilhosos" que nos conseguem "aguentar" a pressão...é o açucar e é o sal que magicamente nos seguram na cadeira não nos deixando cair, ou de outro modo não permitem que nos levantemos para desatarmos a correr sala fora. São os grãozinhos docinhos e salgadinhos que podem transformar o nosso estado. E como?.....Segundo também li e ouvi o açucar e o sal quando se misturam no sangue tendem a estabilizar o estado de ansiedade no sentido de reforçar algum transtorno de potencial redox que nele possa ocorrer porque o sangue tem pH sensivelmente igual a 7 e como o sal (Nacl) e o açucar - sacarose (C12O11H22) tem um pH que no sangue, o pH destas soluções é quase igualado ao de este. Além disso, o sal e o açucar (solutos) têm a propriedade de se dissociar muito bem na água(solvente) - o sal mais do que o açucar. Na sabedoria popular..".o açucar serve para dar energia"!..para revitalizar o estado momentâneo e débil em que nos podemos encontrar. Assim, se ingerirmos algum destas substâncias agregadas a um alimento que nos revitalize e nos recomponha...tanto melhor!
Por estas razões...gostamos tanto das pipocas e das batatas! mas também podem outros alimentos, como por exemplo o chocolate ou um sumo de fruta! O segredo dos vendedores destes alimentos é carregá-los de sacarose para que o consumidor se sinta calmo e tranquilo quando os consome exactamente no cinema. Também, como já devem ter reparado estes produtos são comprados no local e preferencialmente são lá fabricados..á excepção das bebidas. Por curiosidade, também pesquisei sobre o efeito de alguns destes alimentos na reação á publicidade passada nos intervalos, início ou fim do filme e os resultados apresentados nos estudos feitos são interessantes http://www.c7nema.net/fun-geek-gossip/item/40151-comer-pipocas-no-cinema-torna-espectadores-imunes-a-publicidade.html. Sem querer ser intuitiva em relação ás opções dos outros ou parecer mais, menos ou igual apenas digo "É sempre bom ir ao cinema...para descontrair"! Qual é o seu filme preferido? |
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
I & D...de Produtos Alimentares - O arroz doce do nosso coração!
Viva,
Uma boa semana, apesar do mau tempo! Mas...frio, chuva e neve em diversas zonas do país não é sinónimo de melancolia ou recolhimento. São apenas estados da natureza que, apesar de se tornarem incómodos e desagradáveis por vezes, no entanto, fazem parte do seu ciclo, ou seja são mesmo a fonte de vida.
Para minimizar e economizar o triste estado de alma que toda esta força de natureza nos provoca deixo aqui um coraçãozinho de arroz doce neste dia tão especial que foi ( :-)))), o dia dos namorados. Também é o términus do meu ciclo de apresentação do meu arroz doce, hoje polvilhado com um leve e doce sopro de canela adocicada com açucar em pó. Uma receita simples e que é sempre agradável de saborear. Sensorialmente é uma combinação engraçada e que pode ser uma ideia para quem quer adocicar a boca á sua cara metade!
E porque estes dias são sempre iguais...só difere a imaginação de quem os quer comemorar..deixo aqui a minha contribuição prestada em FEV/015.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
I & D...de Produtos Alimentares......Porque é a inovação!...Tecno-Arroz Doce :-)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
I & D de produtos alimentares....Eu dou-vos O Arroz...!!!!!...Doce:-)


Viva,
Sempre da melhor forma que puder, quiser... souber e...conseguir!
Eu sigo esta velha máxima sempre que posso, consigo e quero. E por ter estas três opções faço uma jigajoga no sentido de melhorar sempre o meu estilo de vida, a minha forma de estar, no sentido de a melhorar qualitativa e quantitativamente. Não é fácil...mas com perseverança e resiliência cá vou em modo slowly ;-)...(porque tem de ser!!!!!), alcançando os meus objectivos mais imediatos e mais urgentes, não descurando de modo algum as metas que pretendo alcançar no futuro prochaine! E porque a vida é o que vivemos no presente cabe-me a mim na qualidade de profissional das artes e facetas culinárias...acompanhar, relembrar e inovar naquela que é, por excelência uma das profissões mais "in" no momento, porque por este mundo fora existem milhões de pessoas que também o fazem...e bem!...deixando por isso o testemunho do seu trabalho, por vezes árduo, ás gerações vindouras. Exemplo bem vivo no panorama gastronómico português é o caso do tradicional arroz doce, que embora varie um pouco ao longo da zona do país, no que respeita à incorporação de gemas de ovos, é também adaptado um pouco ao jeito e gosto de cada pessoa, no que respeita á cremosidade alcançada, ao seu grau brixº ( quantidade de açucar).convém notar que há zonas do país onde o leite era substituído por água!...não percebo porquê, mas deduzo que deverá ser por razões de ordem económica apenas. Enfim, umas alterações aqui e ali mas o resultado final era sempre um arroz doce cozido aromatizado com zeste de limão (zeste é o vidrado do limão que quando é pressionado solta o aroma maravilhoso que todos conhecemos...limão ou limonete)e polvilhado com canela em pó. Até há bem pouco tempo era assim! O arroz doce das nossas avós, das nossas mães...que decorava a mesa de Natal, e era umas das sobremesas obrigatórias nos aniversários!...Recordo todos estes cenários, com carinho por serem proporcionados pela minha avó paterna que tinha o dom excepcional de preparar o arroz doce com uma mestria inigualável. Já a minha mãe, prepara o arroz doce de uma forma particular, conferindo-lhe uma textura com características diferentes no sentido de tornar mais rijo e mais consistente o produto final...são modos, técnicas interiorizadas ao longo de vários anos...
Mas, porque o mundo gira a todo o instante, torna-se imperioso na sociedade moderna em que estamos inseridos recordar o que de melhor aprendemos e experimentar novos processos de manufaturação no sentido de alcançar mais mas e melhores resultados. Não é assim?...Para que tudo isto aconteça e se processe, há que saber desenvolver paulatinamente o que pretendemos alcançar....estragando, inadvertidamente por vezes alguns ingredientes, alterando e recombinando outros e mesmo inovando com algumas matérias primas em quantidade e afinidades :-))))...VERDADE!!!!
É mesmo assim...e quem não pensar deste modo , estará sem dúvida condenado á inércia, á chatura :-))), de manter sempre e preservar os mesmos hábitos, os mesmos gostos, os emsmos sabores, os mesmos aromas, ...sem ter o prazer e o hedonismo de poder ter acesso a novas sensações sensoriais de novos produtos alimentares, porque a explosão de novos produtos alimentares não tardará. Nesse sentido, apresento hoje as diferentes facetas do Arroz Doce tal como foi criado (em 2015 dediquei um post ao arroz doce da minha Vóvó, e que também é o meu...ás vezes!). um arroz doce produzido com alguma dose de doçura extra traduzida na forma decorativa e o arroz doce que poderá ser apelidado como uma versão tecnológica, uma vez que é formulado em princípios inovadores tanto em algumas performances finais como na adição de matérias primas específicas que lhe conferem precisamente o carácter inovador da cozinha molecular.
O primeiro é referenciado como o arroz doce das nossas vidas...tranquilo! sem objecção .-), o segundo tem o toque particular da textura cremosa conseguida com a fervura ténue mas forte ao mesmo tempo do leite meio gordo combinado com a colherada certa da manteiga verdadeira, o terceiro é tudo o que o primeiro e o segundo têm...mas, assertivamente é decorado com um merengue queimado combinado com uma pitada leve de canela e uma coloração centrada num leve apontamento de fruta cristalizada. E o último?? Este contém os truques dos dois primeiros, adicionando uma técnica utilizada pelos experts da cozinha molecular, que de uma forma simples e lógica quimicamente resulta num aglomerado mole por dentro, revestido por uma membrana fina e delicada que é desfeita na boca - como se de uma explosão de arroz doce. Vale a pena experienciar...finalizando o décor com um caramelo fraccionado elaborado com alguma técnica e saber que não são de todo difíceis de processar. Basta preparar um caramelo dourado e simplesmente trabalhá-lo numa folha de papel vegetal untada com um pouco de álcool. O resultado é engraçado, não é?
Espero que apreciem e se experimentarem algum dos meus conceitos ou conselhos lembrem-se de colocarem tudo o são e o que sabem em tudo o que fazem, pois só assim se obtêm bons resultados...sem esquecer que uma dose de "made com <3" é fundamental,
Mas, porque o mundo gira a todo o instante, torna-se imperioso na sociedade moderna em que estamos inseridos recordar o que de melhor aprendemos e experimentar novos processos de manufaturação no sentido de alcançar mais mas e melhores resultados. Não é assim?...Para que tudo isto aconteça e se processe, há que saber desenvolver paulatinamente o que pretendemos alcançar....estragando, inadvertidamente por vezes alguns ingredientes, alterando e recombinando outros e mesmo inovando com algumas matérias primas em quantidade e afinidades :-))))...VERDADE!!!!
É mesmo assim...e quem não pensar deste modo , estará sem dúvida condenado á inércia, á chatura :-))), de manter sempre e preservar os mesmos hábitos, os mesmos gostos, os emsmos sabores, os mesmos aromas, ...sem ter o prazer e o hedonismo de poder ter acesso a novas sensações sensoriais de novos produtos alimentares, porque a explosão de novos produtos alimentares não tardará. Nesse sentido, apresento hoje as diferentes facetas do Arroz Doce tal como foi criado (em 2015 dediquei um post ao arroz doce da minha Vóvó, e que também é o meu...ás vezes!). um arroz doce produzido com alguma dose de doçura extra traduzida na forma decorativa e o arroz doce que poderá ser apelidado como uma versão tecnológica, uma vez que é formulado em princípios inovadores tanto em algumas performances finais como na adição de matérias primas específicas que lhe conferem precisamente o carácter inovador da cozinha molecular.
O primeiro é referenciado como o arroz doce das nossas vidas...tranquilo! sem objecção .-), o segundo tem o toque particular da textura cremosa conseguida com a fervura ténue mas forte ao mesmo tempo do leite meio gordo combinado com a colherada certa da manteiga verdadeira, o terceiro é tudo o que o primeiro e o segundo têm...mas, assertivamente é decorado com um merengue queimado combinado com uma pitada leve de canela e uma coloração centrada num leve apontamento de fruta cristalizada. E o último?? Este contém os truques dos dois primeiros, adicionando uma técnica utilizada pelos experts da cozinha molecular, que de uma forma simples e lógica quimicamente resulta num aglomerado mole por dentro, revestido por uma membrana fina e delicada que é desfeita na boca - como se de uma explosão de arroz doce. Vale a pena experienciar...finalizando o décor com um caramelo fraccionado elaborado com alguma técnica e saber que não são de todo difíceis de processar. Basta preparar um caramelo dourado e simplesmente trabalhá-lo numa folha de papel vegetal untada com um pouco de álcool. O resultado é engraçado, não é?
Espero que apreciem e se experimentarem algum dos meus conceitos ou conselhos lembrem-se de colocarem tudo o são e o que sabem em tudo o que fazem, pois só assim se obtêm bons resultados...sem esquecer que uma dose de "made com <3" é fundamental,
Alors,
| By Gi Dinis |
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